sexta-feira, 11 de maio de 2012

DEPOIS DA ELIMINAÇÃO...

Krretta hcarretta@yahoo.com.br Obviamente, a diferença técnica do Santos para o Guarani é grande. Mas o time de Campinas não chegou à decisão do Paulistão à toa. Conquistou seu espaço na base da coragem e do entrosamento. Suficientes para deixar o Peixe atento e preocupado com uma reação por parte do time do interior. E para deixar claro isso, Bruno Recife avançou pela esquerda logo com um minuto do segundo tempo e bateu forte de canhota. A bola acertou a trave esquerda de Aranha. Só que o exército de talentos do Peixe parece ser à prova de sustos. O time tem o espírito de Neymar, que costuma dizer que quanto mais apanha mais quer jogar. Assim, com Ganso inspirado por um golaço no primeiro tempo, o Santos partiu para o ataque sob a batuta do seu maestro. Teve uma ótima chance, aliás, em cobrança de falta de Elano, aos seis minutos. O meia bateu colocado e viu Emerson executar linda defesa. A estas alturas do “campeonato”, o leitor não deve estar entendendo nada, ou seja, o que temos a ver com a partida de Santos x Guarani, lá no Morumbi, em São Paulo, quando muito bem poderíamos estar comentando Inter x Caxias, por que não? Seguindo... a realidade pouco ou quase nada muda, vocês vão ver. Muito seguro em campo, o Peixe evitou acelerar demais a partida. Talvez por ter na quinta-feira um jogo decisivo com o Bolívar, pela Libertadores. No banco de reservas, porém, os treinadores não se pouparam. Eufórico, Muricy gritava com a equipe. Preocupado, Vadão tentava recuperar o contra-ataque. Só que quem teve a jogada mortal foi o Santos. Aos 20 minutos, Juan acertou um belo passe para Ganso. O camisa 10 tentou driblar o goleiro, mas Emerson conseguiu bater com a mão esquerda na bola. Seria uma defesa heroica não tivesse ali tão perto o craque Neymar, que pegou a sobra e completou para a rede: 2 a 0, no 103º gol do astro com a camisa santista. Mas faltava um para o recorde. Ele veio aos 46 minutos, quando Neymar recebeu na área, matou no peito, tirou dois marcadores e chutou. Estava definida a partida. Muito bem, mas ainda continuamos a comentar Santos x Guarani, ainda estamos a exaltar Neymar, Ganso, a orquestra santista e, nada de Oscar, muito menos de Inter e, absolutamente invisível o Caxias, o que que há? Seguindo...continua a realidade sem nada mudar, vocês vão ver. Um placar desses em uma primeira partida de decisão de Paulistão pode dar a falsa impressão de que o Guarani foi presa fácil ao Santos. É verdade que o Bugre não foi dos adversários mais complicados neste domingo, mas teve coragem. Só que isso é muito pouco para tentar parar o Peixe de Neymar, Ganso e companhia. Quando um dos dois resolve jogar bem já é um pesadelo para os rivais. Imagine então no dia em que ambos estão inspirados? Resta ao santista comemorar a mistura do pagode com a música clássica. E ao torcedor bugrino, o consolo de dormir ao som desse ótimo “barulho” do futebol brasileiro. Pois então, com um pouco de demora chegamos aonde queríamos, que era a análise feita do primeiro jogo entre um time de primeira divisão, bem estruturado, recheado de craques e, o outro, curtindo a terceira divisão, sem craques, sem preparo físico, e, de lambuja com um técnico medroso e sem vontade de ganhar, que foi Inter x Caxias, e, as semelhanças se juntam com o outro comentário, na mais pura realidade, para falar, expressar, contar as mesmas coisas, naturalmente sem nenhuma comparação individual, o que não seria cabível, é mais do que lógico. Então, imaginem se D’Alessandro, Damião, Oscar, Dátolo e Oscar resolvem jogar, misturando tango, chamamé e milonga... ...nada mais a acrescentar. Ou vocês ainda têm alguma dúvida do que acontecerá no próximo domingo dentro do Beira-Rio? -:- (Fonte: globoesporte.com)

terça-feira, 8 de maio de 2012

COMPARANDO...

Krretta hcarretta@yahoo.com.br A notícia: “Atrasadas por conta de embargo do Tribunal de Contas da União, as obras de duplicação da BR-116, entre Guaíba e Pelotas, devem começar até o final deste primeiro semestre. O secretário de Infraestrutura, Beto Albuquerque, ouviu essa promessa do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.” (Jornal Zero Hora – 06/05/12 – pg. 10). Sim, e o que tem a ver com a nossa vida, aqui em Encruzilhada do Sul, a duplicação da BR-116, deve se perguntar os prezados leitores e leitoras? Pois bem, vamos ver se conseguimos intercalar um assunto com o outro, ou melhor, vamos ver se conseguimos relacionar a BR-116 com a RSC-471. Então, voltemos ao velho tema que não me canso de falar, de trazer aos jornais, comentar pela rádio e, mais do que isso, tentar saber de meus interlocutores as suas opiniões e, melhor ainda, as suas soluções. Então, falo da RSC-471, o seu intenso movimento de caminhões de grande porte, e, de sua alta periculosidade, que, ainda na sexta-feira p.p., ao entardecer, mais uma vez pude verificar “in loco”, outro acidente de grandes proporções com uma carreta nas imediações da Coxilha dos Ventos. Senhores e senhoras, isto já se tornou corriqueiro em nossa estrada, no entanto, até o presente momento nenhuma atitude mais drástica foi tomada por parte dos responsáveis pelo trecho, quando vidas continuam sendo ceifadas ao longo deste percurso. A RSC-471, em nosso município, principalmente, é extremamente sinuosa, bonita, é bem verdade, todavia sem acostamento, com extensas subidas e, naturalmente, perigosas descidas, tal qual a que antecede a ponte sobre o Arroio Abranjo, e, que, os motoristas precisam estar informados do que vão enfrentar ao utilizá-la, sem sombra de dúvidas. Estamos vendo quase todos os dias os acidentes acontecerem, sem que providências sejam tomadas, e, tal qual o colibri no incêndio da floresta, estamos fazendo a nossa parte, como também assim o fizemos no caso da Av. Zeno Pereira Luz, onde pedíamos a colocação de tachões ao longo do trecho de entrada de nossa cidade, que, se não terminasse, ao menos amenizasse os acidentes que ali estavam acontecendo, e, lhes pergunto: após a colocação dos tachões e a melhoria da sinalização, quantos acidentes aconteceram? Alguém deve ter a resposta certa... ou até alguma estatística. Sendo assim, aqui, então, está o ponto de convergência dos dois assuntos, ou seja, da matéria publicada no jornal Zero Hora e do que estamos falando. Analisemos: se a BR 116, que era a estrada utilizada pelos transportadores de mercadorias endereçadas ao porto de Rio Grande (mesmo porque a RSC-471 não havia sido concluída) vier a ser duplicada, tornando-se uma via expressa com um trânsito viável, sem lombadas, curvas sinuosas, com muito mais recursos, vai ser muito difícil a RSC-471 conseguir manter-se com algum movimento que possa, de alguma maneira contribuir com o progresso de Encruzilhada do Sul, pois a preferência será outra, mesmo sendo uma estrada sem pedágios (até agora), de menor distância entre a região produtiva da serra e do planalto até Rio Grande, porque aqui vão encontrar uma estrada mal sinalizada, curvas extremamente perigosas, falta de acostamento, nenhum atendimento de urgência, raros espaços para repouso, falta de policiamento, entre outras coisas. Ainda estamos com a faca e o queijo na mão, sendo o que falta é interesse, mais uma vez, pelo poder público e seus eleitos, em levantarem-se das cadeiras e tomarem alguma atitude um busca do progresso da nossa Encruzilhada do Sul. A BR-116, duplicada, vem aí!!!! E, agora?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

AGORA, RESTA UM...

Krretta hcarretta@yahoo.com.br Não deixa de ser um assunto palpitante. Para que lado pender, atender a um, ou dois compromissos ao mesmo tempo? Com ou sem reservas? Representantes? Procuradores...? Aliás, nem mesmo sabemos quantificar o quanto é difícil estarmos em dúvida, ainda mais quando necessitamos que aí se tenha uma pitada de responsabilidade, pois, para duas tarefas, ou mais, é mais do que necessário uma boa dose de perspicácia e perseverança naquilo que se quer fazer, naquilo que se está a escolher. Bem sabemos da dificuldade de se estar em um mesmo lugar ao mesmo tempo, impossível, no entanto, e, para tanto, ainda podemos contar com representantes, os quais, por sua vez, poderão fazer a nossa parte, todavia, pouco se pode esperar tal qual a gente mesmo desempenharia tal função. É claro, se são representantes e, se, por nós foram escolhidos, naturalmente que se devota muita confiança na tarefa a ser desempenhada, mas, no momento, a colocação paira se vai existir a boa vontade no desempenho da tarefa, se estarão imbuídos do nosso espírito, se terão cara e coragem de pedir, contestar, vencer, e, assim por diante. Terão a boa vontade de ser outra pessoa, terão a vontade de suplantar a nossa titularidade, e, ainda, em mesmo saber que logo adiante voltarão a serem meros espectadores esperando a chance de uma titularidade efetiva, terão tenacidade para tal desempenho? Estas são as dúvidas diante de outras responsabilidades. E, é claro, os obstáculos aí estão para serem suplantados, se fomos nós mesmos que os buscamos, no afã de vencermos a todos eles e, de presente, dar a quem merece as glórias das conquistas, nosso suor, nossa luta, nas batalhas que escolhemos lutar. Verdadeiramente é assim que se posta à realidade. Nós, nossos representantes, as batalhas, os campos inimigos, os adversários, as lutas, e, quiçá, as vitórias. Que bom se fossem todas conquistadas e, que, nas derradeiras disputas, estivessem todos juntos, titulares e representantes, ou, ao menos, aqueles que entraram em campo para nos ajudar em alguma etapa de alguma luta, então, seria a verdadeira conquista de todos. Também muitos são os interesses. Em algumas vezes a “peleja” daqui não é tão interessante quanto à de lá, também o contrário é verdadeiro, mas, a bem da verdade, o importante é estar nas competições, seja de que maneira puder ou tiver, para que o desânimo e a tristeza não nos peguem distraído na caminhada em busca de vitórias. No entanto, nada na vida é do jeito que se quer, que se estabelece e que se diz, hoje será assim ou assado, pois, afinal, mando eu e o resto é bobagem. Não, não é assim que este mundo da Criação Divina funciona, não é mesmo? Também perder e ficar sem a faca na mão, já é tão costumeiro que devíamos concordar em ter apenas um pouco e, fazer deste pouco um tanto de felicidade, mesmo que a ânsia de mais e mais conquistas nos levem a delírios maiores e muitas vezes prejudiciais até mesmo a própria convivência em sociedade. Pois bem, parabéns aos vencedores da Taça Farroupilha, e, sem tanta necessidade assim de seus reservas, aqui neste momento, prossiga também no prélio da Libertadores, enquanto vamos amargurando uma Copa Brasil, com a mediocridade de sempre, sem nem mesmo precisar substituir os titulares e, uma direção que insiste em ver naquele time uma equipe competitiva, quando não passa de um triste aglomerado de atletas, bem remunerados, diga-se de passagem, totalmente desqualificados para as pretensões da Arena. Tenho dito. (Domingo, 29/04/2012, ás 18:30 h)