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Beto Carretta
Sinceramente? Não dá para entender.
Naturalmente que as opções não são boas, é óbvio que há
alternativas bem melhores, mas, sabe-se claramente que, embora todas ruins, a
escolha deve recair na melhor do pior.
E, a melhor alternativa da pior, todos sabem qual é, ou é
preciso que se desenhe?
O que foge totalmente a compreensão é vinte anos de poder,
vinte anos de total estagnação, vinte anos do pior da economia, do pior da educação,
do pior da saúde, vinte anos de roubo, de corrupção, de esvaziamento dos cofres
públicos e, condenações em três instâncias, por corrupção passiva e lavagem de
dinheiro.
No apadrinhamento da “(in)competência maior”, foram anuladas
as condenações, pelo absurdo da interpretação de que o “foramento” era
indevido.
Anularam-se as provas pelo aforamento, todavia, o contrário,
ou seja, a provação de que os atos ilícitos não aconteceram, nunca e jamais
foram comprovados.
Permaneceu, então, a ilicitude: um apartamento em Guarujá dado
pela empreiteira OAS, um sítio em Atibaia e, imbróglios fantasmagóricos sobre um
terreno de certa fundação.
Imaginem passar 20 anos governando um país e não conseguir
transformar o seu trabalho em um belo argumento para continuar...
Não é que o melhor do pior seja a maior maravilha, mas, é
preciso articular o entendimento de que, caso não seja o ideal, é possível
daqui mais quatro anos, trocar, novamente.
Acontece que, diante do cenário atual, não restam dúvidas
que é a melhor alternativa, visto a total incompetência e roubalheira do que aí
está.
Isto sim é democracia: escolher, cobrar e, se for
necessário, mudar.
E não uma democracia disfarçada de um social/comunismo já,
em todo mundo, conhecido por sua total falência e ineficiência.
Caso contrário, tais países que adotaram este inútil,
imprestável e inócuo regime, não erguiam muros para evitar a fuga de seus
habitantes.
Haveria prosperidade, haveria felicidade, haveria paz e
satisfação, o que é totalmente ao contrário...
Sinceramente? Não dá para entender.
Não dá para entender o que aí está nas pesquisas, os 47% da
corrupção, do roubo, das falcatruas e muito mais, o que não dá para entender é
a preferência nestes 47% em dar
continuidade a proliferação dos desmandos neste país.
O Brasil deveria estar inaugurando fábricas, construindo
escolas, aparelhando a saúde, desconstruindo as filas nos hospitais,
patrocinando um melhor salário aos nossos trabalhadores, reconstruindo nossas
ferrovias, reduzindo impostos (ao contrário de criar mais de 30 tributos nestes
últimos 3 anos e meio), ou seja, melhorando a vida das pessoas e, não
ladroando...
Os tupiniquins, nestes 20 anos e até agora, ainda precisam
dos “bolsas”, para um gás de cozinha, uma energia elétrica e muito mais, o que
as torna “encabrestadas” por estas migalhas em suas sobrevivências, na troca de
um voto.
Sinceramente? Não dá para entender.
Aliás, dá sim...o incentivo a vagabundagem, a criminalidade,
a hostilidade...o que está aí é o que tem de ruim, mas, os outros reconhecem e, com toda a certeza não estão
nestes 47% de total alienação.
São estes mesmo que, odeiam os empresários, mas querem um
bom emprego; odeiam o capitalismo mas possuem um iPhone; criticam quem possui
um bom dinheiro, mas querem ficar ricos; odeiam o patriarcado, mas, foram e
ainda são sustentados pelos pais; pregam a liberdade, mas, odeiam, hostilizam
quem pensa diferente.
Infelizmente, nestes 47%., aplaudem tudo aquilo que, nestes
20 anos, causou e ainda escandaliza com tamanha vergonha.
Não dá para entender. Deixo-os com esta indagação:
“O que faz tanta gente votar num
político que roubou, mentiu e enganou tanto o povo?”
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CISMAS
hcarretta.blogspot.com
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