segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Uma dúvida atroz

 

                                                            Beto Carretta

 

Apesar que atroz é um pouco demasiado, visto que lá no “amansa néscio”, está escrito que também é “selvagem, atemorizador, horripilante”, quando não é tudo isso que se quer dizer.

Nesta dúvida a gente tem vida...

Mudemos: na vida a gente tem muitas dúvidas, que são presentes, possuem vitalidade, são existentes e pulsam, não é mesmo.

O nosso cotidiano é um aldeamento de interrogações que, nem sempre, temos as respostas.

Ainda bem.

Imaginem se soubéssemos de tudo, qual seria o sentido de viver, pela monotonia de ter respostas para todas as perguntas?

A “des-investigação” nas perguntas, nas dúvidas, do não saber, nos traria um apaziguamento ao caminho para a evolução, o que poderia nos levar ao tosco viver, ocultismo do desenvolvimento sapiente, ou seja, haveria a possibilidade de voltarmos ao paleolítico convívio no agreste.

Aliás, de muito tempo já dizem que a dúvida não é um sinal de asnice, mas, o primeiro passo para o conhecimento.

Por falarmos em tempos paleolíticos, vale também afirmar que as incertezas nas nossas vidas deveriam de ser a “faísca” na busca e oportunidade de crescermos no aprendizado.

Ah, como é muito gratificante o aprendizado...

Mesmo longe dos bancos escolares, buscar a evolução do saber é uma ocupação que nos dá regozijo, ou, ao menos deveria ser assim (comigo é), nos traz entusiasmo em acrescentar cada vez mais o entendimento das coisas que nos são pares, ou seja, estão em nosso arredor, dançam conosco.

Ah, sim, eu estava a falar no cotidiano, das coisas no cotidiano, aliás, em algum tempo atrás já falei por aqui nestas pequenas coisas, nas pequenas indagações, nas diminutas curiosidades e, que, passam longe da busca sensata de uma resposta, podem crer.

Querem ver, ou melhor, querem responder?

Por exemplo, quando você vai mexer o seu café com aquela pequena colher, o movimento que você faz é pela direita ou pela esquerda?

No seu banheiro, você prefere que o papel higiênico esteja a sua direita ou a sua esquerda? E o “lixinho”?

Quando você pega um vidro de xarope para tomar, você segura o vidro na mão esquerda e a colher(de sopa, geralmente), ou, aquele copinho que já vem na embalagem, na mão direita, ou ao contrário?

Qual o pé que você coloca no chão primeiro, ao levantar?

Quantos passos tem o chão?

Qual a fórmula da Coca-Cola? E, do sabonete?

Médicos(as), nutricionistas, só comem verduras?

Por que o céu é azul e o mar é verde? O céu não se espelha no mar?

São muitas, são tantas, são infinitas as dúvidas...e eu, neste momento, estou a me perguntar: seria cultura inútil?

Sei lá...

-:-

COTIDIANO

hcarretta.blogspot.com

Esta crônica contém opinião e cultura inútil.

Direitos Reservados na Lei 9610/98.

sábado, 1 de agosto de 2026

 


A primeira é muito melhor do que a segunda

 

                                                                                       Beto Carretta

 

         Eu tenho quase certeza absoluta que muitas mentes “poluídas”, devem estar pensando em outras coisas...

         É ou não é?

         Viajar no pensamento é coisa que não paga imposto e, traz em si muita criatividade e alegria, traz reflexões, determinações, consequências inatas aos sonhadores.

         Que maravilha!

         Em frente, ponha um  alto astral em sua cadência, precisa-se sempre um grande entusiasmo para encarar, cada um, os seus caminhos, não é mesmo?

         E, acreditem: a primeira é muito melhor do que a segunda.

         Aliás, esta foi uma das inúmeras regras cotidianas que fizeram, ou melhor, trouxeram muitas alegrias ao meu estimado sogro, Bacharel Belisário Francisco da Silva.

         Minha excelentíssima esposa(Helena), filha do Tio Belisa, como sempre foi, carinhosamente chamado, ou, Tio Bilia, pois ela também é fã desta regra, deste ato, desta atitude: a primeira é muito melhor do que a segunda.

         Pois, saibam, que eu também cheguei a esta conclusão, onde verdadeiramente se determinar a esta regra, traduz os sabores pertinentes as coisas boas da vida.

         E, olha que não é uma e nem duas, são inúmeras atitudes, atos, desejos que estão englobados na regra, digamos, “Beliseriana”.

         Pronto! Neste momento, determino que este princípio, que serve como padrão, como norma, como um preceito a que todos deveriam ao menos experimentar, regra básica, mandamento número 1, aos comensais, como um “Decreto”.

         E, volto a ter certeza: não vão se arrepender nunca.

         Também acredito que, muito embora ainda não tenham percebido o quanto este mandamento, este preceito, esta regra acontece no dia-a-dia de cada um, seja bastante casual.

         Mas, e daí, Carretta, do que tu estás a falar?

         Pois é, vamos lá então, proferir, DECRETAR, o “Ensaio Dialético Beliseriano”:

- Tomem café numa caneca, e grande; nunca numa xícara.

Razão: se estiverem tomando café numa xícara, e aí a certeza, de que a primeira(xícara) é sempre muito melhor do que a segunda(esta não vai ter o mesmo sabor do que a primeira), portanto, se você tomar o café numa caneca, e grande, estará satisfeito com o melhor, e sempre, ou seja, uma caneca grande com um café sempre muito bom, sem ser preciso a segunda xícara, e, nunca igual a primeira, “capiti”?

         E, o “Ensaio Dialético Beliseriano” serve para um café, para um prato(fundo) de feijão, um pudim de leite consensado numa tigela e, não num pratinho (às favas as boas maneiras, mas, se estiver na sua casa), enfim...seja feliz, sempre, com a primeira...

-:-

COTIDIANO

hcarretta.blospot.com

Esta crônica contém informação e opinião.

Direitos Reservados na Lei 9610/98.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

 


TEM QUE IR EMBORA! hoje!

 

                                                                                     Beto Carretta

 

         Não tem mais como ficar! Chega!

         Fora, Luís Castro!

         Este senhor, segundo comentários num programa de esportes de certa rádio da capital, em 33 amos, sim, trinta e três anos, este senhor ganhou somente um título.

         Por favor...

         A direção gremista contratou mal e, agora, vai ter que assumir o erro e, pagar a indenização de ruptura de contrato, ou, ele vai colocar o Grêmio na segundona do Brasileirão.

         Sem falar no risco eminente de sair fora, também, da Copa do Brasil, pois são dois compromissos contra o Mirassol e, contra o Mirassol o pesadelo é certo.

         Que sejam corajosos, que sejam responsáveis, que tenham hombridade e, que assumam as suas burrices: indenizem o treinador Luís Castro e, mandem este senhor embora da Arena, do Grêmio, da vida dos torcedores gremistas.

         O time perdeu de vez toda a sua identidade de time copeiro, de raça “hermana”, de imortal, de estirpe tal como De Léon e Kannemann, da “liquidez” de um Baltazar, de um Tarciso ou Renato Gaúcho...esta diretoria está fazendo os gremistas ficarem saudosos, sensíveis ao seu passado glorioso, porque o futuro é totalmente incerto com esse treinador.

         Chega de Luís Castro!

         Erraram? Paguem por este catastrófico erro.

         Entre tantas outras “burradas” deste treinador, onde o time gremista não tem pé e nem cabeça, jogou na Arena, precisando de uma vitória, e o cara colocou no meio campo três volantes, deixando a pérola da base como o Gabriel Mec no banco; entrou com um centroavante dinamarquês totalmente desligado (levou uma das piores notas do jogo), um Tetê que até agora não disse porque veio, enfim...

         Se ficar, como a Diretoria ontem replicou, vai jogar o Grêmio na segundona do Brasileirão e, com isso, o dinheiro que vão perder, poderia muito bem pagar essa indenização infame que, foi outro absurdo na assinatura do contrato com este senhor.

         Chega de Luís Castro!

         Este também não disse porque veio e, até agora, não fez nada de produtivo em Porto Alegre, na Arena, no Grêmio, sendo que a sua estatística gira em torno de 46% de aproveitamento.

         Tem quem diga que a prova final do treinador gremista é nos jogos de mata-mata da Copa do Brasil: se perder, vai embora.

         Mais uma vez a diretoria errou, protelou o que já está comprovado: o Grêmio não tem um treinador de fundamento e, vai deixar o time sair fora, também, da Copa do Brasil, para, então, tomar as devidas providências. Será que vai?

         Por que não agora, hoje, sexta-feira, 31/07/2026? Amanhã, e, com o Grêmio fora da Copa do Brasil, não seria muito tarde, também, com referência ao Brasileirão, enfrentar a zona do rebaixamento com um técnico novo?

         Tempo é ouro, diretoria gremista, ou será que tem que desenhar?

         FORA, Luís Castro!!

-:-

PAPO-RETO

hcarretta.blogspot.com

Esta crônica contém informação e opinião.

Direitos Reservados na Lei 9610/98.