sexta-feira, 10 de abril de 2026


DE GRAÇA?

 

                                                                                                                                        Beto Carretta

 

Pois saibam prezados senhores e senhoras, nada, mas nada mesmo é de graça neste nosso país.

- a universidade pública NÃO é de graça...

- a educação básica pública NÃO é de graça...

- a saúde pública NÃO é de graça...

Pasmem...eles dizem que até o horário eleitoral é de graça...mas também NÃO é.

Nada é de graça.

Tudo isso que citamos e muito mais a que você possa imaginar, vindo da administração pública, nada é de graça.

Como assim?

Ora, como assim?

Tudo isso é muito mais a que você possa imaginar, somos nós que pagamos.

Senão vejamos:

- a universidade pública gratuita dispensa em torno de 181 bilhões por ano...e, de onde vocês acham que sai esse dinheiro?

- a educação básica pública, “gratuíta”, necessita e é dispensado em torno de 100 bilhões por ano...e, de onde você acha que sai esse dinheiro todo?

- a saúde pública que eles dizem que é de graça, tem um aporte em torno de 231 bilhões por ano...e, de onde você acha que esse dinheiro é tirado?

Minha gente, todos esses valores e muito mais saem dos impostos que nós, brasileiros honestos e responsáveis, probos e honrados, íntegros e decentes, pagamos ao governo, tanto federal, estadual, como municipal.

Ora políticos...administradores públicos...que abarrotam as suas fendas anatômicas da parte inicial do tubo digestivo para afirmar: É DE GRAÇA!

Coisa nenhuma.

Aliás, o que eles mais gostam mesmo é do horário eleitoral gratuito: 1 bilhão por ano... mas é DE GRAÇA!

Desditosos, desafortunados, miseráveis tupiniquins que, pegam três ou quatro conduções, saem às 4 horas da madrugada das suas casas, geralmente nas grandes capitais, para chegarem aos seus empregos no horário estipulado pelos patrões e patroas, ganhando minguado, parco, diminuto salário mínimo: R$ 1.621,00.

Vejam só...

Verdadeiros absurdos acontecem neste país, sem que ninguém tenha a coragem de enfrentar aos “poderosos” governamentais e ardilosos justiceiros.

Que infâmia, para nós, pagadores de impostos, tamanho aviltamento, pois que É DE GRAÇA.

Não é exagero nenhum dizermos que estamos vivendo os piores momentos da história recente deste país, quando o assunto é políticos, justiça, corrupção e falta de ética.

Infelizmente a verdade precisa ser dita: “Um povo que elege corruptos, mentirosos ou ladrões, não é uma vítima: é um cúmplice.”

George Orwell

DE GRAÇA?

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MISCELÂNEA

Esta crônica contém informação e opinião.

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quarta-feira, 8 de abril de 2026

 COMENTÁRIOS DE JOHN

 

 

FERROVIAS




 

Todos sabemos que as malhas ferroviárias do Rio Grande do Sul, estão totalmente sucateadas.

Como também, todos nós sabemos que o modal ferroviário é muito mais econômico e rentável aos produtores, pelos valores praticados nos transportes das produções e, que pode muito bem trazer de volta os passageiros...

E daí, porque até hoje não foi incrementado, não foi remodelado, não foi modernizado tal modal?

A quem interessa não apresentar soluções, a curto e médio prazo, no impulso deste meio de transporte, extremamente importante para o nosso Estado?

Nada contra o transporte rodoviário, todavia, tudo está muito claro: arrecadação de impostos na fabricação de caminhões, no setor de peças, na manutenção de estradas, no mercado bilionário dos combustíveis, óleos e lubrificantes, além é claro, do IPVA.

Que coisa, heim? Tudo neste nosso país é uma desfaçatez, um cinismo, um descaramento.

Política e políticos, governantes e governo, nada produz o efeito esperado, a não ser o lucro, a riqueza ,as fortunas advindas destes despropérios.

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FUTEBOL

 

Eu acredito sim que o Inter é o time favorito neste próximo Gre-Nal, visto que nos últimos 12 pontos disputados, o Grêmio conquistou um aproveitamento de 33,3%, ao passo que o Inter chegou em 83,3% de aproveitamento.

Todavia, em se falar em futebol neste país, dificilmente os times sem o apoio financeiro, jamais terão condições de angariar algum título, pois que Flamengo e Palmeiras, são disparados os favoritos em todas as competições.

Lembram na Espanha: Real Madrid e Barcelona?

Pois é, senhoras e senhores, no nosso quintal, por muitos anos, salvo alguma atitude mais arriscada, seremos sempre times de meio de tabela.

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BANCO MASTER E OS APOSENTADOS DO INSS

 

A pergunta que não quer calar é: onde tudo isso vai chegar?

Você acredita na justiça brasileira?

São tantas as perguntas e, totalmente sem respostas que, todo esse imbróglio pode sim acabar em pizza.

Não está aí a CPMI do INSS? Onde acabou?

Que coisa séria é isso neste país: como gostam de corrupção, de injustiças, de falta de seriedade, de trapalhadas, desordens e, mais ainda, da impunidade, donde deixa-os totalmente livres para as arbitrariedades, numa tirania absoluta e cheias de autoritarismo inatacável.

Quem roubou o dinheiro dos aposentados, onde muitos morreram e outros tantos agravaram suas situações pela falta do dinheiro para comprar remédios?

Foram presos? Como está o inquérito? E a justiça? Exigiu a devolução do roubo? Onde está o dinheiro roubado?

Sim, você sabe tanto quanto eu, pois quem está pagando esta conta somos todos nós...o dinheiro roubado? Nas ilhas...!

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Esta coluna contém informação e opinião.

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terça-feira, 7 de abril de 2026



Deixa uma de “indeis”...

 

                                                                                     Beto Carretta

 

         “Indeis”, estava concebida nas minhas anotações: tenho que descobrir de onde saiu esta expressão.

         “Indeis”!

         Conheci-a nesta terra abençoada, de Encruzilhada do Sul, quando as pessoas falavam-na.

- Vou deixar aí, de “indeis”.

         Não foi difícil entender o seu significado, pois que as atitudes de onde originavam esta expressão, eram bastante claras e objetivas.

- Fica de “indeis”!

         Contudo, ao procurar o seu significado, a sua origem, de onde saiu, de onde veio e como veio, devo dizer a vocês que foi bastante difícil.

         Aliás, devo dizer, ou melhor, aqui escrever, de que o significado de “indeis”, não estou absolutamente convencido de sua natureza.

         Até mesmo a IA não conseguiu decifrar, sempre dizendo que a palavra é um erro ortográfico e que não é possível encontrá-la.

         Não me dei por satisfeito.

         E, então, dentre as pesquisas, encontrei, talvez, a que mais se aproxima de seu significado e com a grafia “endeis”, do verbo “endear”.

         Fui direto no dicionário da língua portuguesa e, pasmem, lá não existe o verbo “endear”.

         Como assim, não existe?

         Pois é, não existe porque são registros antigos, arcaicos e, como todos nós sabemos, as palavras possuem vida, nascem, crescem e morrem, talvez aí esteja o seu desaparecimento.

         Vamos ao que interessa, vamos ao Google:

Com base em registros antigos de adágios e provérbios da língua portuguesa, a palavra endeis (forma conjugada do verbo endear - colocar em uma grade, cercar, ou do verbo endeusar, dependendo do contexto arcaico) aparece em provérbios relacionados a abelhas, ovelhas e economia rural. “

         Voltando-se ao homem do campo, ao interior do RGS, às nossas origens, sabe-se que as ovelhas precisam de muitos cuidados e um deles é encerrá-las à noite, por causa dos predadores

            Cuidados específicos que, normalmente, elas, as ovelhas, ficam em um curral, protegidas por cercas de arames.

         Então, o termo “endeis”, pende, neste contexto antigo, como proteção a criação, para que procriem, sendo protegidas.

         Vejamos: estamos numa roda de amigos e alguém oferece balas de um pacote...todos se servem e, restam apenas duas balas, quando o último vai se “lambuzar”, então ele diz:

- Vou pegar uma bala e a outra, vamos deixar de “endeis”.

         Para quê? Para que se procrie (as balas) e tenham muitas outras logo ali na frente.

         Ou seja, a última bala que ficou dentro do pacote, o “endeis”, não deixa de ser a “ovelha madrinha”...a ovelha que chama as outras.

         Balas haverão de se procriarem no pacote...são os adágios populares, crendices, estórias...é a maravilha dos folclores regionais.

         Seria isso mesmo?

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MISCELÂNEA

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