quarta-feira, 8 de abril de 2026

 COMENTÁRIOS DE JOHN

 

 

FERROVIAS




 

Todos sabemos que as malhas ferroviárias do Rio Grande do Sul, estão totalmente sucateadas.

Como também, todos nós sabemos que o modal ferroviário é muito mais econômico e rentável aos produtores, pelos valores praticados nos transportes das produções e, que pode muito bem trazer de volta os passageiros...

E daí, porque até hoje não foi incrementado, não foi remodelado, não foi modernizado tal modal?

A quem interessa não apresentar soluções, a curto e médio prazo, no impulso deste meio de transporte, extremamente importante para o nosso Estado?

Nada contra o transporte rodoviário, todavia, tudo está muito claro: arrecadação de impostos na fabricação de caminhões, no setor de peças, na manutenção de estradas, no mercado bilionário dos combustíveis, óleos e lubrificantes, além é claro, do IPVA.

Que coisa, heim? Tudo neste nosso país é uma desfaçatez, um cinismo, um descaramento.

Política e políticos, governantes e governo, nada produz o efeito esperado, a não ser o lucro, a riqueza ,as fortunas advindas destes despropérios.

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FUTEBOL

 

Eu acredito sim que o Inter é o time favorito neste próximo Gre-Nal, visto que nos últimos 12 pontos disputados, o Grêmio conquistou um aproveitamento de 33,3%, ao passo que o Inter chegou em 83,3% de aproveitamento.

Todavia, em se falar em futebol neste país, dificilmente os times sem o apoio financeiro, jamais terão condições de angariar algum título, pois que Flamengo e Palmeiras, são disparados os favoritos em todas as competições.

Lembram na Espanha: Real Madrid e Barcelona?

Pois é, senhoras e senhores, no nosso quintal, por muitos anos, salvo alguma atitude mais arriscada, seremos sempre times de meio de tabela.

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BANCO MASTER E OS APOSENTADOS DO INSS

 

A pergunta que não quer calar é: onde tudo isso vai chegar?

Você acredita na justiça brasileira?

São tantas as perguntas e, totalmente sem respostas que, todo esse imbróglio pode sim acabar em pizza.

Não está aí a CPMI do INSS? Onde acabou?

Que coisa séria é isso neste país: como gostam de corrupção, de injustiças, de falta de seriedade, de trapalhadas, desordens e, mais ainda, da impunidade, donde deixa-os totalmente livres para as arbitrariedades, numa tirania absoluta e cheias de autoritarismo inatacável.

Quem roubou o dinheiro dos aposentados, onde muitos morreram e outros tantos agravaram suas situações pela falta do dinheiro para comprar remédios?

Foram presos? Como está o inquérito? E a justiça? Exigiu a devolução do roubo? Onde está o dinheiro roubado?

Sim, você sabe tanto quanto eu, pois quem está pagando esta conta somos todos nós...o dinheiro roubado? Nas ilhas...!

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Esta coluna contém informação e opinião.

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terça-feira, 7 de abril de 2026



Deixa uma de “indeis”...

 

                                                                                     Beto Carretta

 

         “Indeis”, estava concebida nas minhas anotações: tenho que descobrir de onde saiu esta expressão.

         “Indeis”!

         Conheci-a nesta terra abençoada, de Encruzilhada do Sul, quando as pessoas falavam-na.

- Vou deixar aí, de “indeis”.

         Não foi difícil entender o seu significado, pois que as atitudes de onde originavam esta expressão, eram bastante claras e objetivas.

- Fica de “indeis”!

         Contudo, ao procurar o seu significado, a sua origem, de onde saiu, de onde veio e como veio, devo dizer a vocês que foi bastante difícil.

         Aliás, devo dizer, ou melhor, aqui escrever, de que o significado de “indeis”, não estou absolutamente convencido de sua natureza.

         Até mesmo a IA não conseguiu decifrar, sempre dizendo que a palavra é um erro ortográfico e que não é possível encontrá-la.

         Não me dei por satisfeito.

         E, então, dentre as pesquisas, encontrei, talvez, a que mais se aproxima de seu significado e com a grafia “endeis”, do verbo “endear”.

         Fui direto no dicionário da língua portuguesa e, pasmem, lá não existe o verbo “endear”.

         Como assim, não existe?

         Pois é, não existe porque são registros antigos, arcaicos e, como todos nós sabemos, as palavras possuem vida, nascem, crescem e morrem, talvez aí esteja o seu desaparecimento.

         Vamos ao que interessa, vamos ao Google:

Com base em registros antigos de adágios e provérbios da língua portuguesa, a palavra endeis (forma conjugada do verbo endear - colocar em uma grade, cercar, ou do verbo endeusar, dependendo do contexto arcaico) aparece em provérbios relacionados a abelhas, ovelhas e economia rural. “

         Voltando-se ao homem do campo, ao interior do RGS, às nossas origens, sabe-se que as ovelhas precisam de muitos cuidados e um deles é encerrá-las à noite, por causa dos predadores

            Cuidados específicos que, normalmente, elas, as ovelhas, ficam em um curral, protegidas por cercas de arames.

         Então, o termo “endeis”, pende, neste contexto antigo, como proteção a criação, para que procriem, sendo protegidas.

         Vejamos: estamos numa roda de amigos e alguém oferece balas de um pacote...todos se servem e, restam apenas duas balas, quando o último vai se “lambuzar”, então ele diz:

- Vou pegar uma bala e a outra, vamos deixar de “endeis”.

         Para quê? Para que se procrie (as balas) e tenham muitas outras logo ali na frente.

         Ou seja, a última bala que ficou dentro do pacote, o “endeis”, não deixa de ser a “ovelha madrinha”...a ovelha que chama as outras.

         Balas haverão de se procriarem no pacote...são os adágios populares, crendices, estórias...é a maravilha dos folclores regionais.

         Seria isso mesmo?

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MISCELÂNEA

Esta crônica contém informação e opinião.

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quarta-feira, 1 de abril de 2026

                          


        

                                      Princípios e valores

 

                                                Beto Carretta

 

 

Li uma frase, nas redes sociais dia desses, que muito me impactou.

Jamais e em tempo algum, uma verdade como essa, me levou tão rapidamente à mesa e aos guarda-roupas da minha casa, lá pelos anos 70.

Sei lá porque cargas d’água, me joga a memória para justamente um apartamento que moramos, na Rua Hipólito Ribeiro, na minha querida e inesquecível Bagé.

Lembro que, no inverno, nosso apartamento era maravilhoso, pois os fornos da padaria embaixo, aqueciam-no, contudo, no verão, vocês já podem imaginar.

Naquela época, ainda não haviam, presumo, os fornos elétricos, ao passo que a panificadora essa, se utilizava de fornos à lenha.

Tenho em mente todas as peças dele, sendo que a escrivaninha de meu pai, situava-se numa extensa sala de visitas, onde em sua bancada existia um planner.

Ele era dado as frases, filosofias, dizeres, de filósofos, pensadores, adágios populares e, dentre uma delas, a que estava, sozinha, em destaque no seu planner, dizia assim: Quanto mais largas vastidões abrange o saber, tanto mais razão de serem modestos os seus cultores"  - de autoria de Rui Barbosa. 

Nunca mais a esqueci.

Mas, essa não é a frase que me trouxe até aqui, para conversar com vocês.

Contudo, a frase das redes sociais, o apartamento lá de Bagé, o planner na bancada da escrivaninha do seu Carretta, esta citação e a mesa e os armários, me levam pela brisa das saudades e das lembranças da minha terra, aos meus pais e aos valores e princípios que eles, sabiamente, nos ensinaram.

Verdadeiros valores e princípios são aqueles que aprendemos em tenra idade, doados magistralmente por nossos pais, que, independente do contexto de vida, souberam transmitir.

E, nós, a aprender, muito embora as dificuldades que existiam, todavia, na educação, o aprendizado da responsabilidade e, principalmente da honestidade.

Esta é a grande herança que nos foi presenteada e que, tenho a plena certeza de que a seguimos, sem vacilar e sem deixar de apregoa-los em todos os dias das nossas existências, eu e meus irmãos.

Sinto-me totalmente satisfeito, pois que a minha vida valeu por tudo isso, sem vacilos, indecisões e descrenças, no andejo pela estrada condensada pela compressão dos princípios e valores aprendidos.

Que lindo os meus pais...obrigado!

Ah, sim, a frase que li nas redes sociais:

“Quem cresceu comendo o que tinha no prato e usando o que os pais podiam dar, entende que a maior herança são princípios e valores”.

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MISCELÂNEA

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