quinta-feira, 6 de agosto de 2026


ESTÁ CHEGANDO O “VALE TUDO ELEITORAL”

 

                                                                                                                Beto Carretta

 

Que coisa feia!

E, existem no dicionário de nossa língua mater, vocábulos bem mais contundentes, para expressar tamanho disparate destes acontecimentos.

Podemos afirmar que tudo isso dá nojo, asco, é uma abominação, repulsivo, o que nos traz desgosto, total desprezo e repúdio quanto as propagandas eleitorais.

Ainda mais aquele repugnante aperto de mão ou tapinha nas costas.

Nunca vieram, nunca estiveram e, nem nunca pensaram em estar na tua comunidade, mas, na época do período eleitoral, colocam um dos mais falsos, fingidos, mentirosos sorrisos e, vão até você;

- Olha aí, eu estou aqui, não te esquece de mim – e, te entregam o “santinho”, quando esta tarefa não seja dos cabos eleitorais.

A Constituição chama isso de soberania popular, no art. 14: “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos.”

Eles chamam isto de a “caminhada eleitoral”!

Um ato impudente, cínico e desavergonhado.

Ou, num outro sentido:

- Me dá o teu voto, colabora comigo, para que eu continue ou, possa galgar um salário milionário sem fazer nada.

Não sabem quem nós somos, nunca souberam e, nem nunca vão querer saber, a não ser faturar polpudos contracheques e inúmeras mordomias, que, nem pensamos que existe, mas existem.

Não existe , mas não existe mesmo exceções, pelos milhares, centenas de  milhares de exemplos que estamos cansados de ver, ouvir e vociferar, em agastar nossa paciência e “bolso”, ou o prezado(a) leitor(a) ainda acredita que todos são inocentes, ingênuos, santificados?

Vejam bem, este ato é um ato de soberania popular, onde o cidadão, a cidadã, exercem o seu direito, livre e direto ao voto, para elegerem os seus mandatários, contudo, este mesmo cidadão, esta mesma cidadã, são os mandantes destes “funcionáris públicos”, portanto...

Não se faz rodeios e nem “churumelas”, entregamos nossas opiniões, claras e sinceras.

Leia não para contradizer nem para acreditar, mas para ponderar e considerar. Francis Bacon – filósofo inglês – este é o lema da página, hcarretta.blogspot.com

Todavia, acreditem, o mal muito maior vai estar na internet, nas redes sociais, pelos sites, aplicativos, ou seja as famosas “fake news”.

Cuidado, muito cuidado!

Este fenômeno já não está mais no horizonte destas eleições, ele já existe e pulula, sobeja nas páginas da internet, contudo, claramente não se sabe de barreiras eficientes e efetivas para tais acontecimentos.

É como se a doença existisse, mas, não se conhece nenhum remédio eficaz para combater este mal.

, é bem verdade, indícios da falsa mensagem, como o título que costumam conter adjetivos chamativos e apelativos; o texto pode conter erros de português; não há uma fidedigna no texto; podem estar ali, nas falsas notícias fotomontagens ou vídeos manipulados e, o pior de tudo isso, a Inteligência Artificial ao comando dos desprezíveis, desonestos, velhacos operadores destas matérias, ao ordenamento dos seus patrões, os ambiciosos a salários estratosféricos, só e somente só.

Cuidado, muito cuidado!

Neste país, se lançarem uma lei a ser discutida, para depois ser aprovada, os patifes, os infames já construíram, como se diz aqui na nossa querida Encruzilhada do Sul: “a contramuquija”!

Tenho dito.

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CARA-A- CARA

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Esta crônica contém informação e opinião.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

A CHATICE DO: “TEM QUE RESPONDER...”

 

                                                    Beto Carretta

 

Não, não é assim ,mas, não é assim mesmo.

E olha que isso é corriqueiro.

Todos os dias acontece.

E, para todos que possuem em seus celulares, o aplicativo chamado WhatsApp.

Não é mesmo?

Ah, sim, não disse, ou melhor, não escrevi o que acontece...

Pois vamos falar sobre a tal da comunicação via WhatsApp, que a todo momento “se trumbica”.

Jargão do “Velho Guerreiro”: Quem não se comunica, se trumbica!.

Putz, o tema é muito extenso e, teríamos que abordar os prós e os contras da comunicação moderna, teríamos que falar sobre notícias nos meios de comunicação, ligações de celulares, onde as empresas detentoras da exploração dos serviços deixam muito a desejar, teríamos que falar da extrema rapidez dos dias, anos, do dia-a-dia de cada um, seus compromissos, seus “senões”...

É TUDO PARA ONTEM!

Calma.

Muita calma nessa hora, já diria um grande amigo de minhas relações.

Não é bem assim.

Pois então, o que acontece é que as pessoas mandam uma mensagem pelo WhatsApp, e, querem uma resposta imediatamente.

Calma, muita calma nessa hora.

Também acontece com as ligações telefônicas, uma vez que nos dias de hoje, praticamente todas as pessoas estão de posse de um celular, ali, na mão e, bem que o atendimento poderia ser feito...

Só que não.

Assim como em um celular, também e neste mesmo celular, no aplicativo WhatsApp, nem todos podem atender, podem responder a mensagem de pronto, naquele exato momento em que esperam as respostas.

Não é bem assim.

Estão numa reunião, estão fazendo compras, estão numa consulta médica, estão numa visita em um hospital, estão atendendo a uma criança, estão em tantas e diversas situações que, os “indagadores”, precisam ter “feeling”, percepção, consciência de que as coisas nem sempre estão à sua disposição, na hora, no instante, no momento em que eles querem.

Calma, muito calma nessa hora.

Se você precisa de uma resposta a um assunto em que, a necessidade de uma resposta urge, planeje, preconceba, presuma de que você pode não obter o resultado desejado, pelas situações já citadas, então, faça-a antecipadamente.

Preveja que as coisas nem sempre vão estar à sua disposição, que as pessoas também têm os seus perrengues, os seus compromissos, as suas urgências e, assim, o convívio, o relacionamento, o cotidiano será bem melhor, mais ameno, com muito mais cordialidade e educação.

Ah, mas é uma urgência!

Ah, mas a pessoa do outro lado nem sempre, ou, quase nunca vai estar esperando uma urgência...medite, considere e aja, mas...

Calma, muita calma nessa hora.

Procure uma outra melhor solução e, “take it easy = relax”!

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COTIDIANO

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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Uma dúvida atroz

 

                                                            Beto Carretta

 

Apesar que atroz é um pouco demasiado, visto que lá no “amansa néscio”, está escrito que também é “selvagem, atemorizador, horripilante”, quando não é tudo isso que se quer dizer.

Nesta dúvida a gente tem vida...

Mudemos: na vida a gente tem muitas dúvidas, que são presentes, possuem vitalidade, são existentes e pulsam, não é mesmo.

O nosso cotidiano é um aldeamento de interrogações que, nem sempre, temos as respostas.

Ainda bem.

Imaginem se soubéssemos de tudo, qual seria o sentido de viver, pela monotonia de ter respostas para todas as perguntas?

A “des-investigação” nas perguntas, nas dúvidas, do não saber, nos traria um apaziguamento ao caminho para a evolução, o que poderia nos levar ao tosco viver, ocultismo do desenvolvimento sapiente, ou seja, haveria a possibilidade de voltarmos ao paleolítico convívio no agreste.

Aliás, de muito tempo já dizem que a dúvida não é um sinal de asnice, mas, o primeiro passo para o conhecimento.

Por falarmos em tempos paleolíticos, vale também afirmar que as incertezas nas nossas vidas deveriam de ser a “faísca” na busca e oportunidade de crescermos no aprendizado.

Ah, como é muito gratificante o aprendizado...

Mesmo longe dos bancos escolares, buscar a evolução do saber é uma ocupação que nos dá regozijo, ou, ao menos deveria ser assim (comigo é), nos traz entusiasmo em acrescentar cada vez mais o entendimento das coisas que nos são pares, ou seja, estão em nosso arredor, dançam conosco.

Ah, sim, eu estava a falar no cotidiano, das coisas no cotidiano, aliás, em algum tempo atrás já falei por aqui nestas pequenas coisas, nas pequenas indagações, nas diminutas curiosidades e, que, passam longe da busca sensata de uma resposta, podem crer.

Querem ver, ou melhor, querem responder?

Por exemplo, quando você vai mexer o seu café com aquela pequena colher, o movimento que você faz é pela direita ou pela esquerda?

No seu banheiro, você prefere que o papel higiênico esteja a sua direita ou a sua esquerda? E o “lixinho”?

Quando você pega um vidro de xarope para tomar, você segura o vidro na mão esquerda e a colher(de sopa, geralmente), ou, aquele copinho que já vem na embalagem, na mão direita, ou ao contrário?

Qual o pé que você coloca no chão primeiro, ao levantar?

Quantos passos tem o chão?

Qual a fórmula da Coca-Cola? E, do sabonete?

Médicos(as), nutricionistas, só comem verduras?

Por que o céu é azul e o mar é verde? O céu não se espelha no mar?

São muitas, são tantas, são infinitas as dúvidas...e eu, neste momento, estou a me perguntar: seria cultura inútil?

Sei lá...

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COTIDIANO

hcarretta.blogspot.com

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