DINHEIRO NÃO É FELICIDADE, É SOLUÇÃO...
Beto Carretta
Olha só como são as coisas...
Quem
traz no sangue o jornalismo, e, dentro do jornalismo, a crônica, seria mesmo
que ser um assíduo ao ópio...não tem como.
Pois
é, postei num interregno de tempo atrás, um repente...repente daqueles que me é
tempestivo, me é toma lá, dá cá, está dentro da concepção de um instante e,
imbecilmente não deixo passar...
Ora,
mas que intrigante, pois que, por que eu tenho que dar um pitaco nas coisas que
não me são inerentes...por que?
Imbecil?
Mas,
desta vez e, em mais esta vez, não deixei passar e, disse: “dinheiro não é
felicidade, é solução”...perdão, mas foi um repente.
Quem
sabe era melhor eu ficar quieto...quem sabe...?
Mas,
quem traz o jornalismo no sangue, quem traz a crônica no coração e na alma,
quem sente e faz falta escrever, escrever e escrever, mesmo que não tenha “quórum”,
mesmo assim, a mim nada faz falta os aplausos, as interações, os positivos, os
comentários, para mim e, faz falta sim, eu não escrever, eu não comentar...eu
não ser aquilo que me traz felicidade...o jornalismo, a crônica.
OLHA
AÍ, A FELICIDADE!!
Sim,
é disso mesmo do que queremos e estamos
falando: “dinheiro não é a felicidade, é apenas e tão somente uma fugaz e
tempestiva solução”.
Apenas
isso e, nada mais.
Posso
falar de cátedra, posso falar por experiência própria e, ninguém, mas ninguém
mesmo tem o poder ou a petulância de extinguir esse sentimento, essa história,
essa saga que tenho e trago no peito, assim como tantos e tantos outros
guerreiros que lutaram ou, ainda, assim como eu, lutam por um desejo: ter vida
e ser feliz!
Tudo
isso veio de uma inspiração e, que fique
claro e evidente: apenas uma palavra, apenas uma frase, apenas uma atitude...é
uma verdadeira cascata, um turbilhão, uma enxurrada de pensamentos e desejos de
um cronista: escrever, escrever e ter a sua felicidade em poder, singelamente,
transmitir a vida como ela é.
Meu
caro, obrigado pela frase: “me deixem ser feliz...”!
Porque
bateu forte lá no meu coração que o dinheiro é apenas e tão somente uma
esvanecente ilusão, uma fugitiva e efêmera solução...felicidade, para mim, é
ter saúde, é ter uma família linda e feliz, é ter amigos sinceros e consentâneos...como
certa vez eu escrevi: “sim, nós queremos uma casa no campo, onde possamos ter o
tamanho da paz...”
Eu
queria ser um poeta...mas, me tenho por um cronista...não tenho a rima mais
doce e compreensível, tento ser um impressionista de uma linguagem mais fácil,
sou um prosador que sempre está em busca de um tema e, dar um sentido em um
papel...
Todavia,
o espírito do poema se foi, ou...nunca existiu.
Portanto...
“O dinheiro veste os dias de
conforto, abre portas, encurta distâncias e oferece escolhas. É como uma
lanterna em meio à noite: ilumina o caminho, mas não cria e nem te traz o
amanhecer.”
Perdão,
perdão pela intromissão...é o jornalismo, é a crônica...
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ETERNIDADE
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