terça-feira, 25 de agosto de 2026

 


Batatas fritas

 

                                                                                                        Beto Carretta

 

Um chope!

Com “ketchup”?

Não, batatas fritas!

Com chope e ketchup?

Batatas fritas!

Faz o seguinte, faz como um grande amigo e irmão meu fazia ao sentar-se em um bar, e pedir: Garçom! Dois chopes!

Como assim, dois chopes?

Pois é, dizia ele, o primeiro é para a sede e, o segundo é para começar a degustar...

Bar do Pedrini...

Já diria o saudoso David Coimbra: aquele chope cremoso!

Eu já gosto com um saudável “colarinho”, todavia, muitos não gostam, pois que dizem estar perdendo espaço, no copo, para mais líquido precioso.

Está escrito nas estrelas de que um chope bem servido necessita de arte, de experiência, de sabedoria, jeito, modo, enfim, quase que seria necessário um curso superior para servir um bom chope.

Existem aqueles que odeiam um copo mal servido, segundo as suas expectativas e, comumente, reclamam.

Pô, que chope mal servido é esse?

Sabe-se, muito bem que, o reclamante, ao levantar a voz para contestar um chope mal servido, estará sujeito a tomar o seu copo “cremoso” acompanhado com o líquido absorvido no “paninho” de limpar mesa pelo garçom, “torcidinho” em seu copo...sabe como é que é, não?

Batatas fritas?

Com ou sem ketchup?

Afinal de contas, por que ketchup?

Coisa de norte-americano? Ah, sim, com toda a certeza, mas, no meu sentido gustativo, é ótimo, com batatas fritas.

E o que é um ketchup?

Segundo o Google: “O ketchup é um molho agridoce e encorpado feito principalmente de polpa de tomate, vinagre, açúcar, sal e especiarias. Ele é amplamente utilizado como condimento para acompanhar pratos de comida rápida, como hambúrgueres, batatas fritas e cachorros-quentes.”

Eu, particularmente, gosto.

Mas, e no acompanhamento de um chope cremoso, vai aí uma batatinha frita com ketchup?

Por mim, sim, com toda a certeza.

Uma batatinha frita crocante, bem estruturada, com uma certa viscosidade interna e, brandamente salinizada, ungida ao ketchup no ponto de “solicitar” mais um chope.

Mais um, garçom!

Atrevo-me a dizer que o chope cremoso do David Coimbra, mais as batatinhas fritas crocantes, viscosas, ao sal brando, com ketchup, é uma pedida dos deuses.

Sei lá, a minha intenção ao começar esta crônica era falar sobre este maravilhoso aperitivo chamado de “batatas fritas”, que também exige uma certa arte em fritá-las e, acabei falando no tal do ketchup.

Não sem antes pedir, um chope!

No entanto, é preciso que se use da sinceridade com as pessoas que aqui vão ler esta crônica e, colocar à frente, a verdade, nua e crua, pelo simples fato de eu ser um gaúcho nato, de Bagé: senhores e senhoras, sinceramente, eu prefiro um chope, maravilhosamente tirado, com aquele colarinho maduro e elegante com “aipim frito”!

Sem ketchup, diga-se de passagem...

E, tu?

-:-

COTIDIANO

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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

 



O descrédito no brasil


                                                             Beto Carretta

 

         É público e notório o descrédito de nosso País, frente a opinião internacional e, muito mais em seu âmago.

         São tantos e tantos acontecimentos negativos acontecidos neste nosso País que, não seria nada injusto o total desabono e, porque não dizer, a enorme desonra a que nos oferece.

         Não foi nem A e nem B, nem azul e nem branco, nem frio e nem quente, foram diversos os fatores e pessoas, fatos, atos e governantes é claro, que nos deixaram e, pior ainda, estão nos deixando de herança.

         Legado esse da pior espécie que poderia ser, um total desfavor.

         Dívidas e mais dívidas, gastos exorbitantes, pois que o débito sempre é muito, assaz superior do que o crédito e, quem tem um mínimo saber sobre contabilidade, sabe perfeitamente que a conta nunca vai fechar. Aliás, é o que os tupiniquins mais sabem, basta ver o valor de um salário mínimo...

         Péssimas administrações, a corrupção, a roubalheira descarada, poderes apodrecidos, enriquecimentos totalmente ilícitos, dinheiros em malas, nas cuecas, em paraísos fiscais...

         E, daí, num dia desses, embarca nos noticiários da já tão cataclísmica imprensa brasileira, reportagem dando conta da “quebradeira” financeira das ONGs, no Brasil.

         Existem, pasmem, em torno de 800 a 900 mil ONGs por aqui, em solo brasileiro.

         A maior parte delas são associações sem fins lucrativos (81%), seguidas por organizações religiosas (em torno de 17%) e, fundações privadas (+ ou – 1,5%).

         ONGs?

         Infelizmente, e isto podemos afirmar com muita certeza, de que os brasileiros não possuem nem um pouquinho de memória, para tanto, basta fazer uma pergunta muito simples e, com toda a certeza não conseguirão responder: quem você votou para deputado estadual/federal nas últimas eleições? E, para vereador?

         Pois bem, há algum tempo atrás e, não se pode afirmar que esta “sangria” tenha sido estancada, fomos informados de que escândalos de desvio de verbas envolvendo Organizações Não Governamentais (ONGs) no Brasil frequentemente envolveram o uso de emendas parlamentares, superfaturamento, entidades de fachada e pagamentos por serviços fictícios. Isto seria classificado como que crime? Peculato, corrupção, lavagem de dinheiro...

         Investigações jornalísticas e auditorias da CGU, apontaram que dezenas de ONGs no Rio de Janeiro e em outros estados receberam centenas de milhões de reais via emendas sem o devido histórico de capacidade técnica ou transparência ativa, levantando suspeitas de uso de laranjas e desvios de até 30% dos recursos repassados.

         Quebradeira? Pois a reclamação veemente hoje, dos dirigentes das ONGs no Brasil, em altos brados é que, de um tempo para cá, estão desparecendo a grande maioria dos seus doadores e, naturalmente, as doações.

         Esperavam o quê? Por favor, deixem de ser “tansos”, ou, sem nenhuma vergonha na cara: tansos pois que pode, neste joio todo, existir algum grão de trigo, mas desinformado (se é que são) e, descarados, porque, provavelmente, a grande maioria está vendo desaparecer das suas contas bancárias, as “doações”, desviadas, é claro.

         O descrédito neste país é público e  notório justamente por mazelas de todos os tipos, de todos os jeitos, e este é um deles, onde nós, povo, responsável e honesto, somos obrigados a conviver com lamaçal todo.

         Ora, por favor, ONGs quebradas pela falta de doações...queriam o quê?

-:-

CARA-A-CARA

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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

 


RATO EM GUAMPA E

SUAS INTERPRETAÇÕES

 

                                                             Beto Carretta

 

Esta é uma situação bastante complicada, vai dizer que não?

Para frente não tem saída, por outro lado, é apertado, pode não ter volta...

Eu diria que é uma citação popular, ou, talvez um apotegma, quem sabe um aforismo, ou um ditado, no entanto, não deixa de ser, ou melhor, de pertencer aos palavreados populares.

Sei lá, mas deve existir por aí, e, se não fizeram deveriam ter feito, ou melhor escrito, um livro destes adágios...seria deveras interessante.

O que mais se lê e se ouve, no que se refere a estes ditados, são em conversas e prosas, onde eles aparecem, dando-nos a infinidade das suas interpretações, pelas mais diversas situações.

O que é do povo, ninguém tira.

Ah, sim, inventam, aumentam, comentam, todavia, a voz do povo é soberana, portanto e, mais uma vez eles (os ditados) estão aí: “A voz do povo é a voz de Deus!”

Ainda ontem me foi contado um caso jurídico, donde a defesa de um réu, em meio a sua explanação acalorada, no intuito de convencer a sua tese aos jurados, aplicou esta citação:

- Senhores jurados, meu cliente não tinha mais por onde sair, apertaram-lhe demais e, fez o que fez, porque estava “que nem rato em guampa!”

Esta é uma das interpretações deste axioma, ou seja, o guasca não tinha por onde sair e, foi obrigado a levar tudo por diante, a sua maneira e do seu jeito.

Apertado “que nem rato em guampa”!

Mas, também existe outra interpretação.

Em outra ocasião, aqui mesmo na nossa querida Encruzilhada do Sul, a Estrela Solitária da Serra do Sudeste, certo vivente do nosso interior, acostumado em pata de cavalo e carroça, fez uma boa colheita de milho e, lá se foi comprar um Jipe, ou, Jeep, como queiram.

Veio na cidade, fez as suas compras do mês, “balaqueou” com o seu potente e utilitário Jipe e, deu de volta prás casas.

Antes de chegar na sua residência, havia um passo, donde muitas vezes suas montarias refugavam o passo e, desta vez, como nosso amigo não estava acostumado com a sua nova condução, ao chegar no passo, ao invés de engatar uma marcha “primeira”, engatou uma ré e, lá se foi o Jipe prá trás, num solavanco, e logo prendeu-lhe o grito:

- Mas até tu tá ressabiado!!

Eis, então aí, uma outra interpretação de “rato em guampa”, ou seja, se não tem saída, volta a cabeça...dá de volta, refuga o caminho.

Bah! Esta de “volta a cabeça”, tem outra história muito boa também...”volta a cabeça boi”...quem sabe outro dia eu conto...

Aperto e a volta, no que isto diz respeito, interpretar os adágios populares é bastante interessante, pois pode ser dúbio o seu destino, que nem mesmo o “rato em guampa”, ou atropela ou refuga.

Ah, a voz do povo...

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COTIDIANO

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domingo, 16 de agosto de 2026

 


              ...E TODOS CONTINUAM OS MESMOS!

 

                                                             Beto Carretta

 

         Puxa vida, será que eles não pensam? Será que eles não caem em si? Será que eles não percebem, não se tocam?

         Será que até hoje, eles não aprenderam?

         Ah, sim, é claro!

         Eles contam com as pessoas humildes, com pouca instrução, ingênuas, com as pessoas que intuem estar à frente de pessoas honestas, de probos, de gente com boas intenções...

         Coitados.

            E olha que não só os "coitados"...tem mais.

         Todavia, nossa missão é esclarecer, informar com todas as verdades e com total transparência, tudo aquilo que ronda por aí nestes períodos falsos e de apetite aos “holerites” polpudos da máquina pública.

         Nossa incumbência, uma vez que militamos em busca de tudo aquilo que é verdadeiro, que é honesto, do povo, para o povo e pelo povo, o que deveria ser chamado de “democracia”... é jogar à frente desta lama toda chamada de campanha eleitoral, a autenticidade dos atos e fatos propalados por aí.

         Não caiam nas armadilhas que a grande maioria engendra para atrair o seu voto.

         Existem exceções?

         Se existem, acreditem, são poucas, muito poucas.

         É mais do que preciso apurar, detidamente, minuciosamente, palha por palha, grão por grão, gota por gota, todo o celeiro, toda a areia, toda a caixa d’água que estão anos oferecer e, sabem o por quê?

         Porque no dia de amanhã, quando eleitos forem, estarão à frente de todos os seus interesses e, tudo o que já vimos, é mais do que corriqueiro que eles, nada fazem, nada legislam ao seu interesse, somente ao interesse deles.

         Dinheiro, fortunas, enriquecimento ilícito, corrupções, corrupções e mais corrupções, ou todos vocês já esqueceram do incomensurável rombo do INSS?

         E o escândalo indecoroso do Banco Master?

         Petrobrás, superfaturamento, mensalão, sítios, coberturas, casas, apartamentos cheios de malas abarrotadas de cédulas, dinheiro na cueca, propinas, empreiteiras...

         Está escrito em toda a imprensa honesta e imparcial, diga-se de passagem: “No Índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional, o Brasil ocupa a 107ª posição entre 182 países avaliados, com 35 pontos em uma escala de 0 a 100. O resultado mostra estagnação em um patamar baixo e fica abaixo da média global.”

            São estas verdades que você precisa saber, precisa avaliar, precisar pesar entre prós e contras e, dimensionar sob a ótica de sua decência, probidade, e anseios, o que quer para si.

         E, são exatamente estas e uma outra infinidade de fatos que “eles”, querem dissimular, disfarçar, neste lodo chamado de campanha eleitoral, enquanto buscam o seu apoio.

 Todavia, eles (que continuam os mesmos) precisam saber que eu e vocês estamos ao par de tudo isso, e, o senso crítico está “on”, ou seja, estamos compactos, centralizados, atentos, enquanto mensuramos os atos e fatos da política (sórdida, corrupta, torpe) nacional.

Pensem nisso.

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Cara-a-Cara

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terça-feira, 11 de agosto de 2026


CHURRASCO, RELIGIÃO E DÚVIDAS...

 

                                                             Beto Carretta

 

         Característica que se baseia na experiência, na prática, na observação e, não, na teoria, isto é empírico.

         Já ouvi falar por aí, nas minhas muitas andanças por estes livros afora de que, o Estado do Rio Grande do Sul possui um dos maiores índices de câncer de intestino.

         Não fui e nem vou procurar a fidelidade desta informação, mas, o que havia escrito por lá, dava conta de que tal incidência era pelo motivo do alto consumo de carne, seja ela bovina, ovina, suína ou de caças.

         Não está totalmente errado, é verdade.

         Resta saber se existem estudos que se referem a este índice, comprovadamente.

         Bueno, então, se somos gaúchos, estamos no rol das pessoas que possuem a tendência de contrair algum tumor no intestino, desde que sejamos “carnívoros”.

         Agora, a nota é do escriba aqui: vejam bem, também não é como contrair um resfriado aqui no Sul, que é corriqueiro, principalmente pelas quedas de temperatura, entenderam?

         Então, lá pelas tantas, ainda na caminhada dos livros, leio atentamente ao que nos diz certa doutrina, lá em seus alfarrábios, aliás, nos diz não, nos afirma peremptoriamente, ou seja, terminantemente, de que temos ao nosso dispor, o livre arbítrio.

         Também é uma grande verdade.

         O livre arbítrio nos dá plenas condições de fazermos tudo aquilo que quisermos, ou seja, tudo pode, tudo podemos.

         Pode roubar? Pode.

         Pode ser filantropo? Pode.

         Porém se roubar, vai haver suas consequências e, você será responsabilizado por isto e, poderá ser condenado a ir para a cadeia.

         Se for um filantropo, também haverá suas consequências, fará muitas pessoas felizes e, arrecadará bônus para a compra de sua passagem para os céus.

         A isto chamamos de causas e efeitos.

         E o que tem a ver o churrasco, o livre arbítrio e as dúvidas?

         Simples.

         O churrasco, conforme provavelmente nos diz as notícias, podem produzir tumores no intestino pelo alto consumo de carnes aqui no Sul; o livre arbítrio nos fala de que somos os responsáveis por nossas ações: a dúvida é simples...o gaúcho não pode, de jeito nenhum, então, se deliciar com o seu churrasco? E das carnes?

         O que seria do povo gaúcho sem o seu tradicional churrasco?

         E daquele “bifinho acebolado” no meio da semana? E da costelinha de ovelha, frititinha, com um belo arroz e feijão feito na chapa do fogão à lenha, com toucinho, nestes dias frios?

         E um lombinho de porco “à pururuca”?

         Pois é, mocotó ou uma mondongada, nem pensar?

         Que coisa, heim?! Esse tal de livre arbítrio com suas causas e efeitos...

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COTIDIANO

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quinta-feira, 6 de agosto de 2026


ESTÁ CHEGANDO O “VALE TUDO ELEITORAL”

 

                                                                                                                Beto Carretta

 

Que coisa feia!

E, existem no dicionário de nossa língua mater, vocábulos bem mais contundentes, para expressar tamanho disparate destes acontecimentos.

Podemos afirmar que tudo isso dá nojo, asco, é uma abominação, repulsivo, o que nos traz desgosto, total desprezo e repúdio quanto as propagandas eleitorais.

Ainda mais aquele repugnante aperto de mão ou tapinha nas costas.

Nunca vieram, nunca estiveram e, nem nunca pensaram em estar na tua comunidade, mas, na época do período eleitoral, colocam um dos mais falsos, fingidos, mentirosos sorrisos e, vão até você;

- Olha aí, eu estou aqui, não te esquece de mim – e, te entregam o “santinho”, quando esta tarefa não seja dos cabos eleitorais.

A Constituição chama isso de soberania popular, no art. 14: “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos.”

Eles chamam isto de a “caminhada eleitoral”!

Um ato impudente, cínico e desavergonhado.

Ou, num outro sentido:

- Me dá o teu voto, colabora comigo, para que eu continue ou, possa galgar um salário milionário sem fazer nada.

Não sabem quem nós somos, nunca souberam e, nem nunca vão querer saber, a não ser faturar polpudos contracheques e inúmeras mordomias, que, nem pensamos que existe, mas existem.

Não existe , mas não existe mesmo exceções, pelos milhares, centenas de  milhares de exemplos que estamos cansados de ver, ouvir e vociferar, em agastar nossa paciência e “bolso”, ou o prezado(a) leitor(a) ainda acredita que todos são inocentes, ingênuos, santificados?

Vejam bem, este ato é um ato de soberania popular, onde o cidadão, a cidadã, exercem o seu direito, livre e direto ao voto, para elegerem os seus mandatários, contudo, este mesmo cidadão, esta mesma cidadã, são os mandantes destes “funcionáris públicos”, portanto...

Não se faz rodeios e nem “churumelas”, entregamos nossas opiniões, claras e sinceras.

Leia não para contradizer nem para acreditar, mas para ponderar e considerar. Francis Bacon – filósofo inglês – este é o lema da página, hcarretta.blogspot.com

Todavia, acreditem, o mal muito maior vai estar na internet, nas redes sociais, pelos sites, aplicativos, ou seja as famosas “fake news”.

Cuidado, muito cuidado!

Este fenômeno já não está mais no horizonte destas eleições, ele já existe e pulula, sobeja nas páginas da internet, contudo, claramente não se sabe de barreiras eficientes e efetivas para tais acontecimentos.

É como se a doença existisse, mas, não se conhece nenhum remédio eficaz para combater este mal.

, é bem verdade, indícios da falsa mensagem, como o título que costumam conter adjetivos chamativos e apelativos; o texto pode conter erros de português; não há uma fidedigna no texto; podem estar ali, nas falsas notícias fotomontagens ou vídeos manipulados e, o pior de tudo isso, a Inteligência Artificial ao comando dos desprezíveis, desonestos, velhacos operadores destas matérias, ao ordenamento dos seus patrões, os ambiciosos a salários estratosféricos, só e somente só.

Cuidado, muito cuidado!

Neste país, se lançarem uma lei a ser discutida, para depois ser aprovada, os patifes, os infames já construíram, como se diz aqui na nossa querida Encruzilhada do Sul: “a contramuquija”!

Tenho dito.

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CARA-A- CARA

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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

A CHATICE DO: “TEM QUE RESPONDER...”

 

                                                    Beto Carretta

 

Não, não é assim ,mas, não é assim mesmo.

E olha que isso é corriqueiro.

Todos os dias acontece.

E, para todos que possuem em seus celulares, o aplicativo chamado WhatsApp.

Não é mesmo?

Ah, sim, não disse, ou melhor, não escrevi o que acontece...

Pois vamos falar sobre a tal da comunicação via WhatsApp, que a todo momento “se trumbica”.

Jargão do “Velho Guerreiro”: Quem não se comunica, se trumbica!.

Putz, o tema é muito extenso e, teríamos que abordar os prós e os contras da comunicação moderna, teríamos que falar sobre notícias nos meios de comunicação, ligações de celulares, onde as empresas detentoras da exploração dos serviços deixam muito a desejar, teríamos que falar da extrema rapidez dos dias, anos, do dia-a-dia de cada um, seus compromissos, seus “senões”...

É TUDO PARA ONTEM!

Calma.

Muita calma nessa hora, já diria um grande amigo de minhas relações.

Não é bem assim.

Pois então, o que acontece é que as pessoas mandam uma mensagem pelo WhatsApp, e, querem uma resposta imediatamente.

Calma, muita calma nessa hora.

Também acontece com as ligações telefônicas, uma vez que nos dias de hoje, praticamente todas as pessoas estão de posse de um celular, ali, na mão e, bem que o atendimento poderia ser feito...

Só que não.

Assim como em um celular, também e neste mesmo celular, no aplicativo WhatsApp, nem todos podem atender, podem responder a mensagem de pronto, naquele exato momento em que esperam as respostas.

Não é bem assim.

Estão numa reunião, estão fazendo compras, estão numa consulta médica, estão numa visita em um hospital, estão atendendo a uma criança, estão em tantas e diversas situações que, os “indagadores”, precisam ter “feeling”, percepção, consciência de que as coisas nem sempre estão à sua disposição, na hora, no instante, no momento em que eles querem.

Calma, muito calma nessa hora.

Se você precisa de uma resposta a um assunto em que, a necessidade de uma resposta urge, planeje, preconceba, presuma de que você pode não obter o resultado desejado, pelas situações já citadas, então, faça-a antecipadamente.

Preveja que as coisas nem sempre vão estar à sua disposição, que as pessoas também têm os seus perrengues, os seus compromissos, as suas urgências e, assim, o convívio, o relacionamento, o cotidiano será bem melhor, mais ameno, com muito mais cordialidade e educação.

Ah, mas é uma urgência!

Ah, mas a pessoa do outro lado nem sempre, ou, quase nunca vai estar esperando uma urgência...medite, considere e aja, mas...

Calma, muita calma nessa hora.

Procure uma outra melhor solução e, “take it easy = relax”!

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COTIDIANO

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