sexta-feira, 31 de julho de 2026

 


TEM QUE IR EMBORA! hoje!

 

                                                                                     Beto Carretta

 

         Não tem mais como ficar! Chega!

         Fora, Luís Castro!

         Este senhor, segundo comentários num programa de esportes de certa rádio da capital, em 33 amos, sim, trinta e três anos, este senhor ganhou somente um título.

         Por favor...

         A direção gremista contratou mal e, agora, vai ter que assumir o erro e, pagar a indenização de ruptura de contrato, ou, ele vai colocar o Grêmio na segundona do Brasileirão.

         Sem falar no risco eminente de sair fora, também, da Copa do Brasil, pois são dois compromissos contra o Mirassol e, contra o Mirassol o pesadelo é certo.

         Que sejam corajosos, que sejam responsáveis, que tenham hombridade e, que assumam as suas burrices: indenizem o treinador Luís Castro e, mandem este senhor embora da Arena, do Grêmio, da vida dos torcedores gremistas.

         O time perdeu de vez toda a sua identidade de time copeiro, de raça “hermana”, de imortal, de estirpe tal como De Léon e Kannemann, da “liquidez” de um Baltazar, de um Tarciso ou Renato Gaúcho...esta diretoria está fazendo os gremistas ficarem saudosos, sensíveis ao seu passado glorioso, porque o futuro é totalmente incerto com esse treinador.

         Chega de Luís Castro!

         Erraram? Paguem por este catastrófico erro.

         Entre tantas outras “burradas” deste treinador, onde o time gremista não tem pé e nem cabeça, jogou na Arena, precisando de uma vitória, e o cara colocou no meio campo três volantes, deixando a pérola da base como o Gabriel Mec no banco; entrou com um centroavante dinamarquês totalmente desligado (levou uma das piores notas do jogo), um Tetê que até agora não disse porque veio, enfim...

         Se ficar, como a Diretoria ontem replicou, vai jogar o Grêmio na segundona do Brasileirão e, com isso, o dinheiro que vão perder, poderia muito bem pagar essa indenização infame que, foi outro absurdo na assinatura do contrato com este senhor.

         Chega de Luís Castro!

         Este também não disse porque veio e, até agora, não fez nada de produtivo em Porto Alegre, na Arena, no Grêmio, sendo que a sua estatística gira em torno de 46% de aproveitamento.

         Tem quem diga que a prova final do treinador gremista é nos jogos de mata-mata da Copa do Brasil: se perder, vai embora.

         Mais uma vez a diretoria errou, protelou o que já está comprovado: o Grêmio não tem um treinador de fundamento e, vai deixar o time sair fora, também, da Copa do Brasil, para, então, tomar as devidas providências. Será que vai?

         Por que não agora, hoje, sexta-feira, 31/07/2026? Amanhã, e, com o Grêmio fora da Copa do Brasil, não seria muito tarde, também, com referência ao Brasileirão, enfrentar a zona do rebaixamento com um técnico novo?

         Tempo é ouro, diretoria gremista, ou será que tem que desenhar?

         FORA, Luís Castro!!

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PAPO-RETO

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quinta-feira, 30 de julho de 2026

 


...e o finado assinou!

                                                            

Beto Carretta

 

- Mas, e daí, Carretta véio, como tu tá? Faz horas que eu não te encontro?

- Vamos indo, amigo Pilhério, pois dizem que, enquanto estamos caminhando prá frente, a coisa vai bem!

- Aliás, Pilhério, vou te “emprestar” um conselho: não usa chinelo, tipo pantufa, prá ficar em casa.

- Mas, por que, Carretta véio?

- Porque tu começas a arrastar os pés e daí, é um passo prá...coisa de “véio”, entende?

- Mas, Carretta véio, te vendo aí, forte, rijo e musculoso, me lembro dos velhos tempos do Banco do Brasil. Eita, que era maravilhoso lidar com vocês por lá.

- Verdade, amigo Pilhério, mas, por falar nisso, me lembrei esses dias de uma história que aconteceu com um colega meu, do Banco do Brasil e um falecido vizinho teu, lindeiro, me parece.

- Mas, bah! Então me conta.

- Pois tu sabes muito bem que ele tinha uma lavourinha de milho e financiava conosco. Numa das safras, ele adoeceu bastante feio e, como já tinha feito a proposta do milho lá no balcão da Creai, precisava daquele dinheirinho, porque era uma das subsistências dele, da mulher e, da sua filha.

- Contudo, não tinha condições de ir ao Banco e, nosso gerente, sabendo das condições financeiras dele, porque da aposentadoria que tirava todos os meses, no dia consagrado ao seu crédito, pagava a farmácia, a bodega, algum tecidinho para a mulher fazer alguma roupa e, lá se ia toda a aposentadoria.

- Então, o gerente, muito caridoso,  autorizou que o financiamento dele fosse creditado na sua conta e, depois, alguém ia na casa dele, lá fora, pegar a assinatura do contrato.

- E, assim foi feito e, assim, o gerente determinou um colega, recém chegado na agência, para ir lá pegar a assinatura do teu vizinho.

-E, lá foi ele, depois de alguns dias, para pegar a assinatura deste mutuário. Chegando lá, na casa do homem, notou um movimento totalmente diferente. Pessoas pela frente da casa, alguns tomando uma cachaça, outros assando uma carne...

- Ué -  pensando o colega novato, será que tem festa aí?

- Mas, não tinha festa nenhuma, amigo Pilhério, o nosso mutuário havia falecido e, como é a tradição pelos rincões deste valoroso Rio Grande do Sul, nos velórios para fora, é comum se obsequiar as visitas com churrasco e uma boa pinga, em agradecimento ao conforto levado para a família enlutada.

- Depois do susto de nosso novo colega, ele pensou com os seus botões: - sei lá, tenho que levar o contrato do financiamento do milho assinado, mas como? Minha reputação, já nos primeiros dias de banco vão ir por água abaixo...o que o meu gerente vai dizer...não, não posso deixar isso acontecer, tenho que fazer alguma coisa.

- E, candidamente, criando coragem e estufando o peito (colho a assinatura de qualquer jeito – pensou ele), pediu licença para a esposa do mutuário, para a sua filha e presentes ao velório, e,  dirigindo-se ao defunto em cima de uma mesa...tirou da sua pasta uma carimbeira...

- Pedindo ajuda para uns “hômi” do lado da mesa, afastaram com dificuldade os dedos já endurecidos do morto, ele lambuzou, bem lambuzado o dedão da mão direita do homem já sem nenhuma cerimônia, e, “assinou” o contrato, selando o compromisso do falecido com o Banco do Brasil.

- Afinal de contas, pensou ele e de acordo com o gerente caridoso, um homem sofrido como esse tem o direito de ganhar o seu último financiamento.

- Sorriu, disfarçadamente e, disse a si mesmo, orgulhosamente: missão cumprida!

- Lembrando do que eu sempre dizia lá no Banco, tascou: Buenas, e me espalho!!

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HISTÓRIAS NÃO ESCRITAS DO BB

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quarta-feira, 29 de julho de 2026


A VIDA NÃO ACALANTA NINGUÉM

 

                                                                                     Beto Carretta

 

 

         Todos nós, é bem verdade, temos lutas diárias e dores que ninguém vê, são invisíveis aos olhos e aos sentimentos das outras pessoas.

         A não ser que você se ponha vítima das circunstâncias...

         Essas dores nos maltratam pelo tanto que doem e, não é tão difícil assim saber que existem em todas as pessoas que andam pelo mundo, ali, no teu trabalho, no clube, em casa, na rua, na fazenda ou numa casinha de sapé...

         Nossos dias, em muitas vezes são difíceis, dias ruins, e, não estamos bem, não temos vontade de sorrir, de falar, e, até de pensar.

         Ah, como seria bom parar...olhar para as ondas do mar, lá em cima das falésias e, deixar voar nossos pensamentos...

         Contudo, voltar aos nossos dias, com dores e pesares, a princípio, seria de bom alvitre, para não carregar a alma e o coração, despovoarmos a vitimização das situações.

         A vida não acalanta ninguém.

         Saibamos que, lá fora, ela não para, muito menos anda para traz, ela não olha e não vê nossos sentimentos e, nem nos socorre a buscar passes de cura e atendimento, de paz e candura.

         É dura e cruel.

         Somos nós que a fizemos assim, tenham certeza disso.

         Porque somos os que destinamos nossos dias, tanto para serem felizes, quanto para as tristezas e decepções.

         Livre arbítrio.

         Vocês já pensaram nisso? O livre arbítrio?

         Somos o capitão do navio de nossas existências, com mares sempre e nunca dantes navegados, pois que, os dias e, a cada um, são diferentes, tal como as águas de um rio...elas passam e nós nunca mais as veremos.

         As agruras existem, como em todos os dias existem também as alegrias que nos trazem felicidade.

         E, o que criamos para que, um sentimento ou o outro, existam em nossos dias?

         A vida não acalanta ninguém.

         Ela é fria, é calculista, ela anda, caminha, vai,  totalmente indiferente, sem se envolver com quem e como caminham na sua estrada, tal como a doença ou a saúde, ela lhe é insensível, ela acontece lá fora e, vai, sempre, sem se importar com as águas presentes ou passadas.

         Como assim lhe fosse (a vida) o destino. Simplesmente acontecer, passar e ir...

         Pensem e ajam díspares de um “floco de neve”.

         Não esperem mimos, carinhos, branduras de quem faz os dias, anos e séculos acontecerem...a vida não acalanta ninguém.

         Busquem seus bons momentos.

         ...ela é fria, alheia e insensível.

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REFLEXOS

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terça-feira, 28 de julho de 2026

 


CRISE? QUE CRISE?

 

                                                                                     Beto Carretta

 

- Ladrão! Presidiário! Lixo careca!

         Falar a verdade, é crise?

         Ao contrário, é ser corajoso, é não ser hipócrita, é lavar a alma de um povo asfixiado, abafado, amassado pela ditadura jurídico/presidencialista/socialista, onde se disfarçam em democracia, todavia, são totalmente contra a iniciativa privada, ao livre comércio, ao direito ao bem particular.

         Isto é liberdade?

         Não, ninguém ultrapassou a soberania deste país, e, saibam que só reconquistaremos tudo isso quando tivermos um executivo, um legislativo e um judiciário imparciais e comprometidos com as Leis e a Constituição.

         Constituição esta retrógrada, ultrapassada, vetusta, que já não mais atende aos anseios dos tupiniquins, quando transpira em suas determinações, injustiças incabíveis em pleno século XXI.

         Ora, crise...

         Existem alguns ditados que podem muito bem traduzir a preocupação, tanto do judiciário e através de manifestação de ministro, quanto da diplomacia palaciana, quando se diz: “onde tem fumaça, existe fogo”, como também, “serviu o chapéu”...

         Pois que, as palavras que foram proferidas em púlpito político, logo as “cobras mandadas” já se manifestaram.

         Entendam, senhores e senhoras, não foi provocação nenhuma, não foi ofensa nenhuma, ninguém carregava ali ódio e revanchismo,  apenas e tão somente foram ditas palavras que expressaram a realidade deste país.

         Mais uma vez e, talvez não tenha sido aprendido a lição que os argentinos patrocinaram na Copa do Mundo, seu presidente veio em solo brasileiro fazer o que sabe fazer, ou seja, dizer a verdade.

         Então isso é crise? Que crise?

         Querem, mais uma vez em tantas milhares de outras vezes, criarem narrativas para tentarem disfarçar o que não dá mais para ocultar...

         Perguntem aos brasileiros honestos, probos, trabalhadores, inquietos, sôfregos por uma democracia limpa, sem roubos, sem corrupção, sem sujidades nos corredores fétidos dos palácios brasilienses: Milei disse ou não disse a verdade?

         Então, que crise é essa?

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COTIDIANO

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

JUSTIÇA? Me tirem o tubo!

 

                                                                                   Beto Carretta

 

         Casos como este, a imprensa brasileira já divulgou uma centena, talvez, centenas e mais centenas, sabe-se lá se não são milhares?

         Sabe-se lá.

         Pois esta noite, em notícia a nível nacional, foi divulgado um episódio (São Paulo) exorbitante, um absurdo, uma verdadeira irracionalidade, muito do infrator, do criminoso, do irresponsável, totalmente irresponsável, mas, também e muito pior, da justiça brasileira.

         Lhes conto, caso não tenham ouvido e nem lido: pois um bêbado, um irracional, um inconsequente e insano, estava ao volante de seu carro, bêbado e, desgovernadamente colidiu na traseira de um outro veículo.

         O veículo abalroado, totalmente desprevenido, foi arremessado de encontro a um pedestre, atropelando-o.

         Não se sabe o estado de saúde deste pedestre, todavia, ao que a notícia continuou, esta pessoa não corria risco de morte, graças ao Bom Deus.

         Mas, o bêbado, o inconsequente, o retardado, o demente, fugiu do local e continuou sua disparada rua a fora, quando, mais adiante, atropelou outra pessoa, desta vez, matando-a.

         Crime com dolo total, pois que assumiu a direção de um veículo bêbado e, portanto, sem sombra de dúvidas, é totalmente culpado de seu ato.

         Neste ínterim, os policiais investiram na perseguição do maluco e, prenderam-no, quando foi constatado, através do bafômetro, que estava completamente embriagado.

         Preso em flagrante. Não teria outra coisa a ser feita, a não ser jogar este imbecil no xilindró, sem fiança nenhuma, e, prá sempre.

         Contudo, pasmem: mesmo preso em flagrante, mesmo com dois episódios com vítimas, sendo uma fatal, mesmo com dolo, mesmo totalmente embriagado, disse-nos a notícia de que o “empresário” foi solto.

         Como assim, solto?

         Não se surpreendam, não se admirem, não se espantem, pois tais exemplos desta justiça estamos cansados de saber.

         Se não lembram de nenhuma outra “falha” da justiça tupiniquim, vou lhes refrescar a memória, em um outro episódio, a saber: em fevereiro de 2026, a soltura e a absolvição em segunda instância de um homem de 35 anos condenado por estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos em Indianópolis (MG), sob a justificativa de "vínculo afetivo" e "formação de família", causaram enorme revolta nacional.

         E a justiça? Onde? Que justiça?

         Recentemente, aqui no RS, o pai que participou do crime onde mataram o seu filho, foi solto, com a alegação de superpopulação do presídio em que ele “morava”.

         Afinal de contas, que justiça é essa? Que besteira tão grande é, onde o voto aos 16 anos está liberado, todavia, a maioridade penal só aos 18 anos?

         Certo estava o humorista Jô Soares, no seu programa, Viva o Gordo, em 1985, quando criou um bordão que até hoje serve para se dizer destes incomensuráveis absurdos que acontecem na vida cotidiana deste nosso país, corroborados com a justiça:

- ME TIREM O TUBO!!

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COTIDIANO

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Direitos Reservados na Lei 9610/98. (será?) 

                                             

O FUTEBOL LATINO-AMERICANO E A ALTITUDE

                                                Beto Carretta

 

         Não são só os brasileiros que usam das suas malandragens, para tirar proveito de tudo aquilo que encerra uma competição, principalmente.

         É claro que, em tudo na vida, nas coisas grandes ou pequenas, no certo e no errado, aqui neste nosso país, sempre querem aplicar o famosa “Lei do Gerson”, lembram?

         ...levar vantagem em tudo.

         Na questão futebol, também em outras pátrias, querem aplicar a mesma lei.

         Não sei se aprenderam conosco, ou, também possuem um pouco de uma malandragem, cujo o intuito é levar vantagens nos seus compromissos futebolísticos.

         E, onde andam a Fifa e a Conmebol?

         Vamos colocar aqui, para a sua apreciação, o jogo de Bolívar x Grêmio e, que isto sirva de lição para todos os adversários de clubes que, “oferecem” a altitude para receber e realizar os seus compromissos.

         La Paz = 3.650 metros de altitude.

         Santa Cruz de La Sierra = 400 metros de altitude.

         Todos vocês conhecem o “Mal da Altitude”?

         Pois bem, o Mal da Altitude, conhecido como “soroche”, causa sintomas parecidos como uma forte ressaca, como uma intensa dor de cabeça, falta de ar ao caminhar (imaginem correr?), tontura, enjoo, cansaço extremos, sem falar na dificuldade para conciliar o sono.

         São ou não são malandros?

         Os times adversários que encontram em seus compromissos no futebol, de enfrentar as altitudes, tentam, de todas as maneiras driblar estes efeitos, todavia, não tem como, pois que, no decorrer dos 90 minutos de jogo, tais sintomas começam a aparecer e, é claro, atrapalham em muito a disposição física de seus jogadores.

         Pois então: Por que a Fifa e a Conmebol, não tentam amainar estes problemas, por que não tentam amenizar estes efeitos, com apenas e simplesmente determinar que as partidas de futebol nos países que se utilizam das altitudes para levar vantagens, passem a ter os seus mandos de campo somente em cidades a nível do mar?

         Chega de malandragens, chega de “interesses”, chega de prejudicar a saúde das pessoas, principalmente dos atletas, pois que, até os profissionais da imprensa que para lá vão cumprir seus compromissos, também passam mal...

         Poxa vida! Será que ser honesto, ser probo, querer o bem das pessoas, é tão difícil assim?

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COTIDIANO 

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ATÉ AGORA, NADA...

                             Beto Carretta

 

         Não podemos deixar passar esta oportunidade, pois que o senhor Luís Castro, nada demonstrou, nem de bom e, muito menos de ruim, todavia de pior, isto sim.

         O Tricolor Gaúcho é um dos piores visitantes deste atual Campeonato Brasileiro, está em décimo quinto lugar, a um ponto da zona de rebaixamento, e, ontem, contra um Fluminense totalmente apático, mesmo com Hulk, mesmo com a volta de Thiago Silva, Acosta e tantos outros, assim mesmo, o Grêmio não conseguiu vencer o seu compromisso dentro da Arena, em Porto Alegre.

         Um fiasco.

         Foi assim contra o Bolívar, mesmo que a adversidade da altitude tenha incomodado, mas, o representante de La Paz, Bolívia, não haveria de impor maiores dificuldades para o Grêmio trazer uma vitória de lá...e o senhor Luís Castro, de primeira, entro com três volantes.

         Três volantes, na altitude...vocês acham que ele teria a intenção de ganhar?

         Mas é claro que não!

         Empate, foi a sua intenção, porém, o Grêmio amargou mais uma derrota.

         Ontem, não fosse a impetuosidade de Diego Caito (contratação recente) , aos 43 minutos do segundo tempo e, para empatar o jogo, os tricolores amargariam mais uma derrota.

         Novamente o senhor Luís Castro mandou à campo e, de novo, três volantes.

         Afinal de contas, o que este senhor deseja?

         Levar o Grêmio, novamente, para a segunda divisão?

         E olha que as entrevistas deste senhor não dizem nada com nada.

         Então, se chega à conclusão que o defeito do Grêmio está em seu treinador.

         E, quem é o culpado de tudo isso?

         Não, entendo que não é o senhor Luís Castro, mas, sim, quem o contratou.

         Que paguem, agora, a multa contratual, mas não deixem o Tricolor cair para a segunda divisão, de novo, por favor!

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E.T.- Nossos jogadores não são assim tão ruins e, ao que parece, o vestiário está com problemas...

COTIDIANO 

 hcarretta@yahoo.com.br 

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

 


UMA ETERNA E INESQUECÍVEL LIÇÃO 

                                           Beto Carretta

 

        Aconteceu!

        Tomara, a grande maioria dos brasileiros tenham visto e, mais ainda, tenham admirado e tomado como uma grande e inesquecível lição.

        Não deixo por menos.

        Quiçá, o mundo inteiro também, pois que, exímios professores nos deram, de graça, esta tão magnificente exibição de garra, de luta, de vontade, de brio...em um quadrilátero nominado por “campo de futebol”.

        Pois é, “eles não perdem a capacidade de encontrar uma resposta”.

        Sim, estamos falando da Argentina e, (que se diga de passagem, quanto a simpatia, não lhes sou favorável), naquele embate contra a Inglaterra, onde saiu perdendo o jogo, e, mesmo com a adversidade, mostrou ao mundo todo (que os brasileiros tenham aproveitado), sua  aguerrida e destemida vontade em não ter medo de ganhar.

        “O medo de perder tira a vontade de ganhar”!

        Inesquecível o exemplo desta equipe argentina, donde naquele momento compreendeu a luta não como um fim em si mesma, mas, como a expressão do seu compromisso em ganhar, em vencer, como se tudo isso fosse sua carta de alforria, a sua desejada liberdade.

        A sua coragem, a sua determinação, a sua resiliência, não determina apenas e tão somente um ato de heroísmo episódico, mas, uma forma de existir, de ser e, por consequência, estar e vencer.

        Uma aula de transformação na adversidade, em força, em perseverança, em coragem, onde provavelmente tenha buscado em seu passado de lutas e glórias (Malvinas?!), o fundamento de sua identidade, no sentido próximo ao existencialismo.

        E aí, Brasil, e aí, brasileiros e, por favor, não incluam nessa o povo gaúcho...somos próximos, temos histórias iguais, temos fibra, nossa vontade por um mundo melhor e muito mais decente é, até hoje inquebrantável, somos guerreiros...diferentemente do que se vê por aí...

        E aí, Brasil, e aí, brasileiros...

        Aproveitaram a lição dos “hermanos”...?

        Aproveitaram a lição destes jogadores que, ali, estavam representando este povo virtuoso, este povo indômito, que nunca se deixa subjugar e, que, preza a sua dignidade?

        Sejamos realistas, sejamos sinceros, deixemos a hipocrisia de lado: este Brasil em nada é semelhante e, de tudo isso e, com tudo isso que não somos, podemos acrescentar mais ainda, a ética, a honestidade, o caráter, a excelência moral, a justiça proporcional e imparcial...não, não as temos...

“Um povo afirma seu sentido, pelo caráter, determinação e coragem de seus guerreiros”!

Thyago

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PAPO-RETO

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quarta-feira, 15 de julho de 2026

 


NECESITAMOS HABLAR ii 

                                                                                             

                                                                                     Beto Carretta

 

         Pois lhes disse que voltava e, hoje, agora, quando são 10:05h, deste dia 15/07/2026, voltei.

         Promessa é sempre uma dívida que você deve cumprir, ou então, não as faça...fica feio não cumprir.

         Confesso que esperei as coisas acontecerem, mesmo porque não haveria motivo algum em retornar a este tema, a esta crônica, não fosse tudo o que já aconteceu na Copa do Mundo de Futebol/2026.

         Pois é, perdemos, ou melhor, perdemos e nos desclassificamos.

         Vejamos se não deixo ninguém para trás: Uruguai, Paraguai, Brasil, Colômbia, México, Estados Unidos, Canadá, seriam esses?

         Não vou pesquisar, aliás, vou confiar na minha memória (coisa arriscada), mas, todas estas seleções, sul e norte americanas, já estão em suas casas.

         Não deu.

         Perderam, não se classificaram e, hoje, seus atletas, com certeza, estão ou em férias, ou, já labutando em seus clubes de origem.

         Poderão alegar um ou outros tantos fatores das suas derrotas, todavia, nada, mais nada mesmo tem a propriedade de consolar os seus torcedores que, torceram, apostaram, mas, também, frustraram-se.

         São exceções a este acontecimento, todos aqueles que “não levaram fé” nos seus escretes, e, portanto, nem torceram e nem apostaram nos seus representantes, estando agora “numa boa”.

         Inclui-se aí, neste tipo de situação, uma grande porção de brasileiros que, desconfiaram por já conhecerem o elenco verde-amarelo e, “caíram fora”, sabiamente.

         E, quem ficou de representante de todas as Américas?

         Quem foi, antes de começar a Copa, taxado de “segunda prateleira”?

E, hoje, onde está?

Como chegou?

Garra, raça, vontade, aplicação tática, técnica, é sangue mapuche e, friso novamente...muito diferente “dos de brinquinhos”.

Sendo assim, mesmo que hoje não obtenha êxito, foi o representante legal das Américas, na semifinal da Copa do Mundo: a Argentina...e, poderá sim, mesmo que os brasileiros, principalmente, não torçam por isto, o grande finalista, junto com a Espanha que, ontem, deu show contra a tão falada e propalada França.

Então, aí, entra a rivalidade, entra as aversões, as incompatibilidades, na política, na economia, na cultura e, principalmente em muita evidência, no futebol, junto com o racismo.

Mas, é o representante, em primeiro lugar, Sul-americano e, no outro instante, das Américas.

Neste momento crucial, cada um tem a total liberdade de torcer ou não para a Argentina...

Há quem diga que, se a situação fosse inversa e, o Brasil tivesse nesta situação, jamais os argentinos torceriam pelos canarinhos...

E, agora?

Por quem você vai torcer hoje?

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PAPO-RETO

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sábado, 11 de julho de 2026

 


DINHEIRO NÃO É FELICIDADE, É SOLUÇÃO...


                                                                 Beto Carretta

         Olha só como são as coisas...

         Quem traz no sangue o jornalismo, e, dentro do jornalismo, a crônica, seria mesmo que ser um assíduo ao ópio...não tem como.

         Pois é, postei num interregno de tempo atrás, um repente...repente daqueles que me é tempestivo, me é toma lá, dá cá, está dentro da concepção de um instante e, imbecilmente não deixo passar...

         Ora, mas que intrigante, pois que, por que eu tenho que dar um pitaco nas coisas que não me são inerentes...por que?

         Imbecil?

         Mas, desta vez e, em mais esta vez, não deixei passar e, disse: “dinheiro não é felicidade, é solução”...perdão, mas foi um repente.

         Quem sabe era melhor eu ficar quieto...quem sabe...?

         Mas, quem traz o jornalismo no sangue, quem traz a crônica no coração e na alma, quem sente e faz falta escrever, escrever e escrever, mesmo que não tenha “quórum”, mesmo assim, a mim nada faz falta os aplausos, as interações, os positivos, os comentários, para mim e, faz falta sim, eu não escrever, eu não comentar...eu não ser aquilo que me traz felicidade...o jornalismo, a crônica.

         OLHA AÍ, A FELICIDADE!!

         Sim, é disso mesmo do que  queremos e estamos falando: “dinheiro não é a felicidade, é apenas e tão somente uma fugaz e tempestiva solução”.

         Apenas isso e, nada mais.

         Posso falar de cátedra, posso falar por experiência própria e, ninguém, mas ninguém mesmo tem o poder ou a petulância de extinguir esse sentimento, essa história, essa saga que tenho e trago no peito, assim como tantos e tantos outros guerreiros que lutaram ou, ainda, assim como eu, lutam por um desejo: ter vida e ser feliz!

         Tudo isso veio de uma inspiração e,  que fique claro e evidente: apenas uma palavra, apenas uma frase, apenas uma atitude...é uma verdadeira cascata, um turbilhão, uma enxurrada de pensamentos e desejos de um cronista: escrever, escrever e ter a sua felicidade em poder, singelamente, transmitir a vida como ela é.

         Meu caro, obrigado pela frase: “me deixem ser feliz...”!

         Porque bateu forte lá no meu coração que o dinheiro é apenas e tão somente uma esvanecente ilusão, uma fugitiva e efêmera solução...felicidade, para mim, é ter saúde, é ter uma família linda e feliz, é ter amigos sinceros e consentâneos...como certa vez eu escrevi: “sim, nós queremos uma casa no campo, onde possamos ter o tamanho da paz...”

         Eu queria ser um poeta...mas, me tenho por um cronista...não tenho a rima mais doce e compreensível, tento ser um impressionista de uma linguagem mais fácil, sou um prosador que sempre está em busca de um tema e, dar um sentido em um papel...

         Todavia, o espírito do poema se foi, ou...nunca existiu.

         Portanto...

        O dinheiro veste os dias de conforto, abre portas, encurta distâncias e oferece escolhas. É como uma lanterna em meio à noite: ilumina o caminho, mas não cria e nem te traz o amanhecer.”

                Perdão, perdão pela intromissão...é o jornalismo, é a crônica...

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ETERNIDADE

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terça-feira, 7 de julho de 2026

 





Necesitamos Hablar

                              Beto Carretta 

  Deu Argentina!

        Pênalti não é, mas não é mesmo loteria, pênalti é eficiência, é treinamento, é competência e, por isso, deu Suíça.

        Consequentemente, a Argentina joga contra a Suíça, nas quartas-de-final.

        Não sei vocês, porém, na minha opinião, este novo modelo de disputa da Copa do Mundo de Futebol, ficou muito bom.

        É emoção para todos os lados.

        Sinceramente? Gostei.

        Contudo, minha intenção é conversar sobre outro assunto, mas, não sem antes compartilhar com vocês uma história que me emocionou, contada por um dileto amigo, aqui de Encruzilhada do Sul.

        Cristiano Ronaldo.

        Um ídolo, um ser humano com todas as letras, um atleta sob todos os aspectos, uma marca de pessoa imensurável, que, nesta copa, deu adeus a sua participação.

        Assim como Neymar, Luca Modric, talvez como Messi e mais outras figuras expoentes no mundo da bola.

        Seus exemplos, também fora dos campos de futebol, nos dão um verdadeiro exemplo de cidadania e benevolência, além, é claro do seu profissionalismo e vontade em ser profissional ao extremo. E, é.

        Pois bem, sua vida quando menino nunca foi abastada, tranquila, sem preocupações, pois que, teve muitas dificuldades e, uma dela, foi a fome.

        Como percorria às ruas, almejando granjear condições de amainar seus dias, uma senhora que trabalhava em um restaurante, dava-lhe lanches para amenizar sua fome.

        Pois bem, através do seu talento, da sua vontade, da sua perseverança, venceu!

        Contudo, não esqueceu da sua amabilidade, da sua humildade, do seu altruísmo e, a esta senhora que lhe dava lanches para não sentir sua penúria, par retribuir tamanha clemência, simplesmente lhe deu um restaurante.

        Sei lá, mas, contam que um jogador brasileiro que lá esteve, está muito preocupado em comprar uma nova mansão, porque foi logrado em seus negócios.

        Como eu sempre digo: “cadum, cadum...”

        Infelizmente o espaço fica pequeno, quando estamos com vontade de trazer-lhes a  nossa opinião, mesmo porque e, também, está em seus arbítrios, querer ou não, apreciar ou não, conceber ou não, este ponto de vista.  

        Vejam só, comecei este texto no sentido de abordar outro enfoque, mas, o exemplo deste cidadão do mundo, requer que ressaltemos sua benignidade, ainda mais que neste mundo em que vivemos, exiguidade de tudo isso é muito verdadeiro, infelizmente.

“Muda-se o mundo não pela sua opinião, mas sim, pelo seu exemplo!”

Pensem nisso...

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