quarta-feira, 5 de agosto de 2026

A CHATICE DO: “TEM QUE RESPONDER...”

 

                                                    Beto Carretta

 

Não, não é assim ,mas, não é assim mesmo.

E olha que isso é corriqueiro.

Todos os dias acontece.

E, para todos que possuem em seus celulares, o aplicativo chamado WhatsApp.

Não é mesmo?

Ah, sim, não disse, ou melhor, não escrevi o que acontece...

Pois vamos falar sobre a tal da comunicação via WhatsApp, que a todo momento “se trumbica”.

Jargão do “Velho Guerreiro”: Quem não se comunica, se trumbica!.

Putz, o tema é muito extenso e, teríamos que abordar os prós e os contras da comunicação moderna, teríamos que falar sobre notícias nos meios de comunicação, ligações de celulares, onde as empresas detentoras da exploração dos serviços deixam muito a desejar, teríamos que falar da extrema rapidez dos dias, anos, do dia-a-dia de cada um, seus compromissos, seus “senões”...

É TUDO PARA ONTEM!

Calma.

Muita calma nessa hora, já diria um grande amigo de minhas relações.

Não é bem assim.

Pois então, o que acontece é que as pessoas mandam uma mensagem pelo WhatsApp, e, querem uma resposta imediatamente.

Calma, muita calma nessa hora.

Também acontece com as ligações telefônicas, uma vez que nos dias de hoje, praticamente todas as pessoas estão de posse de um celular, ali, na mão e, bem que o atendimento poderia ser feito...

Só que não.

Assim como em um celular, também e neste mesmo celular, no aplicativo WhatsApp, nem todos podem atender, podem responder a mensagem de pronto, naquele exato momento em que esperam as respostas.

Não é bem assim.

Estão numa reunião, estão fazendo compras, estão numa consulta médica, estão numa visita em um hospital, estão atendendo a uma criança, estão em tantas e diversas situações que, os “indagadores”, precisam ter “feeling”, percepção, consciência de que as coisas nem sempre estão à sua disposição, na hora, no instante, no momento em que eles querem.

Calma, muito calma nessa hora.

Se você precisa de uma resposta a um assunto em que, a necessidade de uma resposta urge, planeje, preconceba, presuma de que você pode não obter o resultado desejado, pelas situações já citadas, então, faça-a antecipadamente.

Preveja que as coisas nem sempre vão estar à sua disposição, que as pessoas também têm os seus perrengues, os seus compromissos, as suas urgências e, assim, o convívio, o relacionamento, o cotidiano será bem melhor, mais ameno, com muito mais cordialidade e educação.

Ah, mas é uma urgência!

Ah, mas a pessoa do outro lado nem sempre, ou, quase nunca vai estar esperando uma urgência...medite, considere e aja, mas...

Calma, muita calma nessa hora.

Procure uma outra melhor solução e, “take it easy = relax”!

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COTIDIANO

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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Uma dúvida atroz

 

                                                            Beto Carretta

 

Apesar que atroz é um pouco demasiado, visto que lá no “amansa néscio”, está escrito que também é “selvagem, atemorizador, horripilante”, quando não é tudo isso que se quer dizer.

Nesta dúvida a gente tem vida...

Mudemos: na vida a gente tem muitas dúvidas, que são presentes, possuem vitalidade, são existentes e pulsam, não é mesmo.

O nosso cotidiano é um aldeamento de interrogações que, nem sempre, temos as respostas.

Ainda bem.

Imaginem se soubéssemos de tudo, qual seria o sentido de viver, pela monotonia de ter respostas para todas as perguntas?

A “des-investigação” nas perguntas, nas dúvidas, do não saber, nos traria um apaziguamento ao caminho para a evolução, o que poderia nos levar ao tosco viver, ocultismo do desenvolvimento sapiente, ou seja, haveria a possibilidade de voltarmos ao paleolítico convívio no agreste.

Aliás, de muito tempo já dizem que a dúvida não é um sinal de asnice, mas, o primeiro passo para o conhecimento.

Por falarmos em tempos paleolíticos, vale também afirmar que as incertezas nas nossas vidas deveriam de ser a “faísca” na busca e oportunidade de crescermos no aprendizado.

Ah, como é muito gratificante o aprendizado...

Mesmo longe dos bancos escolares, buscar a evolução do saber é uma ocupação que nos dá regozijo, ou, ao menos deveria ser assim (comigo é), nos traz entusiasmo em acrescentar cada vez mais o entendimento das coisas que nos são pares, ou seja, estão em nosso arredor, dançam conosco.

Ah, sim, eu estava a falar no cotidiano, das coisas no cotidiano, aliás, em algum tempo atrás já falei por aqui nestas pequenas coisas, nas pequenas indagações, nas diminutas curiosidades e, que, passam longe da busca sensata de uma resposta, podem crer.

Querem ver, ou melhor, querem responder?

Por exemplo, quando você vai mexer o seu café com aquela pequena colher, o movimento que você faz é pela direita ou pela esquerda?

No seu banheiro, você prefere que o papel higiênico esteja a sua direita ou a sua esquerda? E o “lixinho”?

Quando você pega um vidro de xarope para tomar, você segura o vidro na mão esquerda e a colher(de sopa, geralmente), ou, aquele copinho que já vem na embalagem, na mão direita, ou ao contrário?

Qual o pé que você coloca no chão primeiro, ao levantar?

Quantos passos tem o chão?

Qual a fórmula da Coca-Cola? E, do sabonete?

Médicos(as), nutricionistas, só comem verduras?

Por que o céu é azul e o mar é verde? O céu não se espelha no mar?

São muitas, são tantas, são infinitas as dúvidas...e eu, neste momento, estou a me perguntar: seria cultura inútil?

Sei lá...

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COTIDIANO

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sábado, 1 de agosto de 2026

 


A primeira é muito melhor do que a segunda

 

                                                                                       Beto Carretta

 

         Eu tenho quase certeza absoluta que muitas mentes “poluídas”, devem estar pensando em outras coisas...

         É ou não é?

         Viajar no pensamento é coisa que não paga imposto e, traz em si muita criatividade e alegria, traz reflexões, determinações, consequências inatas aos sonhadores.

         Que maravilha!

         Em frente, ponha um  alto astral em sua cadência, precisa-se sempre um grande entusiasmo para encarar, cada um, os seus caminhos, não é mesmo?

         E, acreditem: a primeira é muito melhor do que a segunda.

         Aliás, esta foi uma das inúmeras regras cotidianas que fizeram, ou melhor, trouxeram muitas alegrias ao meu estimado sogro, Bacharel Belisário Francisco da Silva.

         Minha excelentíssima esposa(Helena), filha do Tio Belisa, como sempre foi, carinhosamente chamado, ou, Tio Bilia, pois ela também é fã desta regra, deste ato, desta atitude: a primeira é muito melhor do que a segunda.

         Pois, saibam, que eu também cheguei a esta conclusão, onde verdadeiramente se determinar a esta regra, traduz os sabores pertinentes as coisas boas da vida.

         E, olha que não é uma e nem duas, são inúmeras atitudes, atos, desejos que estão englobados na regra, digamos, “Beliseriana”.

         Pronto! Neste momento, determino que este princípio, que serve como padrão, como norma, como um preceito a que todos deveriam ao menos experimentar, regra básica, mandamento número 1, aos comensais, como um “Decreto”.

         E, volto a ter certeza: não vão se arrepender nunca.

         Também acredito que, muito embora ainda não tenham percebido o quanto este mandamento, este preceito, esta regra acontece no dia-a-dia de cada um, seja bastante casual.

         Mas, e daí, Carretta, do que tu estás a falar?

         Pois é, vamos lá então, proferir, DECRETAR, o “Ensaio Dialético Beliseriano”:

- Tomem café numa caneca, e grande; nunca numa xícara.

Razão: se estiverem tomando café numa xícara, e aí a certeza, de que a primeira(xícara) é sempre muito melhor do que a segunda(esta não vai ter o mesmo sabor do que a primeira), portanto, se você tomar o café numa caneca, e grande, estará satisfeito com o melhor, e sempre, ou seja, uma caneca grande com um café sempre muito bom, sem ser preciso a segunda xícara, e, nunca igual a primeira, “capiti”?

         E, o “Ensaio Dialético Beliseriano” serve para um café, para um prato(fundo) de feijão, um pudim de leite consensado numa tigela e, não num pratinho (às favas as boas maneiras, mas, se estiver na sua casa), enfim...seja feliz, sempre, com a primeira...

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sexta-feira, 31 de julho de 2026

 


TEM QUE IR EMBORA! hoje!

 

                                                                                     Beto Carretta

 

         Não tem mais como ficar! Chega!

         Fora, Luís Castro!

         Este senhor, segundo comentários num programa de esportes de certa rádio da capital, em 33 amos, sim, trinta e três anos, este senhor ganhou somente um título.

         Por favor...

         A direção gremista contratou mal e, agora, vai ter que assumir o erro e, pagar a indenização de ruptura de contrato, ou, ele vai colocar o Grêmio na segundona do Brasileirão.

         Sem falar no risco eminente de sair fora, também, da Copa do Brasil, pois são dois compromissos contra o Mirassol e, contra o Mirassol o pesadelo é certo.

         Que sejam corajosos, que sejam responsáveis, que tenham hombridade e, que assumam as suas burrices: indenizem o treinador Luís Castro e, mandem este senhor embora da Arena, do Grêmio, da vida dos torcedores gremistas.

         O time perdeu de vez toda a sua identidade de time copeiro, de raça “hermana”, de imortal, de estirpe tal como De Léon e Kannemann, da “liquidez” de um Baltazar, de um Tarciso ou Renato Gaúcho...esta diretoria está fazendo os gremistas ficarem saudosos, sensíveis ao seu passado glorioso, porque o futuro é totalmente incerto com esse treinador.

         Chega de Luís Castro!

         Erraram? Paguem por este catastrófico erro.

         Entre tantas outras “burradas” deste treinador, onde o time gremista não tem pé e nem cabeça, jogou na Arena, precisando de uma vitória, e o cara colocou no meio campo três volantes, deixando a pérola da base como o Gabriel Mec no banco; entrou com um centroavante dinamarquês totalmente desligado (levou uma das piores notas do jogo), um Tetê que até agora não disse porque veio, enfim...

         Se ficar, como a Diretoria ontem replicou, vai jogar o Grêmio na segundona do Brasileirão e, com isso, o dinheiro que vão perder, poderia muito bem pagar essa indenização infame que, foi outro absurdo na assinatura do contrato com este senhor.

         Chega de Luís Castro!

         Este também não disse porque veio e, até agora, não fez nada de produtivo em Porto Alegre, na Arena, no Grêmio, sendo que a sua estatística gira em torno de 46% de aproveitamento.

         Tem quem diga que a prova final do treinador gremista é nos jogos de mata-mata da Copa do Brasil: se perder, vai embora.

         Mais uma vez a diretoria errou, protelou o que já está comprovado: o Grêmio não tem um treinador de fundamento e, vai deixar o time sair fora, também, da Copa do Brasil, para, então, tomar as devidas providências. Será que vai?

         Por que não agora, hoje, sexta-feira, 31/07/2026? Amanhã, e, com o Grêmio fora da Copa do Brasil, não seria muito tarde, também, com referência ao Brasileirão, enfrentar a zona do rebaixamento com um técnico novo?

         Tempo é ouro, diretoria gremista, ou será que tem que desenhar?

         FORA, Luís Castro!!

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PAPO-RETO

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quinta-feira, 30 de julho de 2026

 


...e o finado assinou!

                                                            

Beto Carretta

 

- Mas, e daí, Carretta véio, como tu tá? Faz horas que eu não te encontro?

- Vamos indo, amigo Pilhério, pois dizem que, enquanto estamos caminhando prá frente, a coisa vai bem!

- Aliás, Pilhério, vou te “emprestar” um conselho: não usa chinelo, tipo pantufa, prá ficar em casa.

- Mas, por que, Carretta véio?

- Porque tu começas a arrastar os pés e daí, é um passo prá...coisa de “véio”, entende?

- Mas, Carretta véio, te vendo aí, forte, rijo e musculoso, me lembro dos velhos tempos do Banco do Brasil. Eita, que era maravilhoso lidar com vocês por lá.

- Verdade, amigo Pilhério, mas, por falar nisso, me lembrei esses dias de uma história que aconteceu com um colega meu, do Banco do Brasil e um falecido vizinho teu, lindeiro, me parece.

- Mas, bah! Então me conta.

- Pois tu sabes muito bem que ele tinha uma lavourinha de milho e financiava conosco. Numa das safras, ele adoeceu bastante feio e, como já tinha feito a proposta do milho lá no balcão da Creai, precisava daquele dinheirinho, porque era uma das subsistências dele, da mulher e, da sua filha.

- Contudo, não tinha condições de ir ao Banco e, nosso gerente, sabendo das condições financeiras dele, porque da aposentadoria que tirava todos os meses, no dia consagrado ao seu crédito, pagava a farmácia, a bodega, algum tecidinho para a mulher fazer alguma roupa e, lá se ia toda a aposentadoria.

- Então, o gerente, muito caridoso,  autorizou que o financiamento dele fosse creditado na sua conta e, depois, alguém ia na casa dele, lá fora, pegar a assinatura do contrato.

- E, assim foi feito e, assim, o gerente determinou um colega, recém chegado na agência, para ir lá pegar a assinatura do teu vizinho.

-E, lá foi ele, depois de alguns dias, para pegar a assinatura deste mutuário. Chegando lá, na casa do homem, notou um movimento totalmente diferente. Pessoas pela frente da casa, alguns tomando uma cachaça, outros assando uma carne...

- Ué -  pensando o colega novato, será que tem festa aí?

- Mas, não tinha festa nenhuma, amigo Pilhério, o nosso mutuário havia falecido e, como é a tradição pelos rincões deste valoroso Rio Grande do Sul, nos velórios para fora, é comum se obsequiar as visitas com churrasco e uma boa pinga, em agradecimento ao conforto levado para a família enlutada.

- Depois do susto de nosso novo colega, ele pensou com os seus botões: - sei lá, tenho que levar o contrato do financiamento do milho assinado, mas como? Minha reputação, já nos primeiros dias de banco vão ir por água abaixo...o que o meu gerente vai dizer...não, não posso deixar isso acontecer, tenho que fazer alguma coisa.

- E, candidamente, criando coragem e estufando o peito (colho a assinatura de qualquer jeito – pensou ele), pediu licença para a esposa do mutuário, para a sua filha e presentes ao velório, e,  dirigindo-se ao defunto em cima de uma mesa...tirou da sua pasta uma carimbeira...

- Pedindo ajuda para uns “hômi” do lado da mesa, afastaram com dificuldade os dedos já endurecidos do morto, ele lambuzou, bem lambuzado o dedão da mão direita do homem já sem nenhuma cerimônia, e, “assinou” o contrato, selando o compromisso do falecido com o Banco do Brasil.

- Afinal de contas, pensou ele e de acordo com o gerente caridoso, um homem sofrido como esse tem o direito de ganhar o seu último financiamento.

- Sorriu, disfarçadamente e, disse a si mesmo, orgulhosamente: missão cumprida!

- Lembrando do que eu sempre dizia lá no Banco, tascou: Buenas, e me espalho!!

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HISTÓRIAS NÃO ESCRITAS DO BB

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quarta-feira, 29 de julho de 2026


A VIDA NÃO ACALANTA NINGUÉM

 

                                                                                     Beto Carretta

 

 

         Todos nós, é bem verdade, temos lutas diárias e dores que ninguém vê, são invisíveis aos olhos e aos sentimentos das outras pessoas.

         A não ser que você se ponha vítima das circunstâncias...

         Essas dores nos maltratam pelo tanto que doem e, não é tão difícil assim saber que existem em todas as pessoas que andam pelo mundo, ali, no teu trabalho, no clube, em casa, na rua, na fazenda ou numa casinha de sapé...

         Nossos dias, em muitas vezes são difíceis, dias ruins, e, não estamos bem, não temos vontade de sorrir, de falar, e, até de pensar.

         Ah, como seria bom parar...olhar para as ondas do mar, lá em cima das falésias e, deixar voar nossos pensamentos...

         Contudo, voltar aos nossos dias, com dores e pesares, a princípio, seria de bom alvitre, para não carregar a alma e o coração, despovoarmos a vitimização das situações.

         A vida não acalanta ninguém.

         Saibamos que, lá fora, ela não para, muito menos anda para traz, ela não olha e não vê nossos sentimentos e, nem nos socorre a buscar passes de cura e atendimento, de paz e candura.

         É dura e cruel.

         Somos nós que a fizemos assim, tenham certeza disso.

         Porque somos os que destinamos nossos dias, tanto para serem felizes, quanto para as tristezas e decepções.

         Livre arbítrio.

         Vocês já pensaram nisso? O livre arbítrio?

         Somos o capitão do navio de nossas existências, com mares sempre e nunca dantes navegados, pois que, os dias e, a cada um, são diferentes, tal como as águas de um rio...elas passam e nós nunca mais as veremos.

         As agruras existem, como em todos os dias existem também as alegrias que nos trazem felicidade.

         E, o que criamos para que, um sentimento ou o outro, existam em nossos dias?

         A vida não acalanta ninguém.

         Ela é fria, é calculista, ela anda, caminha, vai,  totalmente indiferente, sem se envolver com quem e como caminham na sua estrada, tal como a doença ou a saúde, ela lhe é insensível, ela acontece lá fora e, vai, sempre, sem se importar com as águas presentes ou passadas.

         Como assim lhe fosse (a vida) o destino. Simplesmente acontecer, passar e ir...

         Pensem e ajam díspares de um “floco de neve”.

         Não esperem mimos, carinhos, branduras de quem faz os dias, anos e séculos acontecerem...a vida não acalanta ninguém.

         Busquem seus bons momentos.

         ...ela é fria, alheia e insensível.

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REFLEXOS

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terça-feira, 28 de julho de 2026

 


CRISE? QUE CRISE?

 

                                                                                     Beto Carretta

 

- Ladrão! Presidiário! Lixo careca!

         Falar a verdade, é crise?

         Ao contrário, é ser corajoso, é não ser hipócrita, é lavar a alma de um povo asfixiado, abafado, amassado pela ditadura jurídico/presidencialista/socialista, onde se disfarçam em democracia, todavia, são totalmente contra a iniciativa privada, ao livre comércio, ao direito ao bem particular.

         Isto é liberdade?

         Não, ninguém ultrapassou a soberania deste país, e, saibam que só reconquistaremos tudo isso quando tivermos um executivo, um legislativo e um judiciário imparciais e comprometidos com as Leis e a Constituição.

         Constituição esta retrógrada, ultrapassada, vetusta, que já não mais atende aos anseios dos tupiniquins, quando transpira em suas determinações, injustiças incabíveis em pleno século XXI.

         Ora, crise...

         Existem alguns ditados que podem muito bem traduzir a preocupação, tanto do judiciário e através de manifestação de ministro, quanto da diplomacia palaciana, quando se diz: “onde tem fumaça, existe fogo”, como também, “serviu o chapéu”...

         Pois que, as palavras que foram proferidas em púlpito político, logo as “cobras mandadas” já se manifestaram.

         Entendam, senhores e senhoras, não foi provocação nenhuma, não foi ofensa nenhuma, ninguém carregava ali ódio e revanchismo,  apenas e tão somente foram ditas palavras que expressaram a realidade deste país.

         Mais uma vez e, talvez não tenha sido aprendido a lição que os argentinos patrocinaram na Copa do Mundo, seu presidente veio em solo brasileiro fazer o que sabe fazer, ou seja, dizer a verdade.

         Então isso é crise? Que crise?

         Querem, mais uma vez em tantas milhares de outras vezes, criarem narrativas para tentarem disfarçar o que não dá mais para ocultar...

         Perguntem aos brasileiros honestos, probos, trabalhadores, inquietos, sôfregos por uma democracia limpa, sem roubos, sem corrupção, sem sujidades nos corredores fétidos dos palácios brasilienses: Milei disse ou não disse a verdade?

         Então, que crise é essa?

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COTIDIANO

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

JUSTIÇA? Me tirem o tubo!

 

                                                                                   Beto Carretta

 

         Casos como este, a imprensa brasileira já divulgou uma centena, talvez, centenas e mais centenas, sabe-se lá se não são milhares?

         Sabe-se lá.

         Pois esta noite, em notícia a nível nacional, foi divulgado um episódio (São Paulo) exorbitante, um absurdo, uma verdadeira irracionalidade, muito do infrator, do criminoso, do irresponsável, totalmente irresponsável, mas, também e muito pior, da justiça brasileira.

         Lhes conto, caso não tenham ouvido e nem lido: pois um bêbado, um irracional, um inconsequente e insano, estava ao volante de seu carro, bêbado e, desgovernadamente colidiu na traseira de um outro veículo.

         O veículo abalroado, totalmente desprevenido, foi arremessado de encontro a um pedestre, atropelando-o.

         Não se sabe o estado de saúde deste pedestre, todavia, ao que a notícia continuou, esta pessoa não corria risco de morte, graças ao Bom Deus.

         Mas, o bêbado, o inconsequente, o retardado, o demente, fugiu do local e continuou sua disparada rua a fora, quando, mais adiante, atropelou outra pessoa, desta vez, matando-a.

         Crime com dolo total, pois que assumiu a direção de um veículo bêbado e, portanto, sem sombra de dúvidas, é totalmente culpado de seu ato.

         Neste ínterim, os policiais investiram na perseguição do maluco e, prenderam-no, quando foi constatado, através do bafômetro, que estava completamente embriagado.

         Preso em flagrante. Não teria outra coisa a ser feita, a não ser jogar este imbecil no xilindró, sem fiança nenhuma, e, prá sempre.

         Contudo, pasmem: mesmo preso em flagrante, mesmo com dois episódios com vítimas, sendo uma fatal, mesmo com dolo, mesmo totalmente embriagado, disse-nos a notícia de que o “empresário” foi solto.

         Como assim, solto?

         Não se surpreendam, não se admirem, não se espantem, pois tais exemplos desta justiça estamos cansados de saber.

         Se não lembram de nenhuma outra “falha” da justiça tupiniquim, vou lhes refrescar a memória, em um outro episódio, a saber: em fevereiro de 2026, a soltura e a absolvição em segunda instância de um homem de 35 anos condenado por estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos em Indianópolis (MG), sob a justificativa de "vínculo afetivo" e "formação de família", causaram enorme revolta nacional.

         E a justiça? Onde? Que justiça?

         Recentemente, aqui no RS, o pai que participou do crime onde mataram o seu filho, foi solto, com a alegação de superpopulação do presídio em que ele “morava”.

         Afinal de contas, que justiça é essa? Que besteira tão grande é, onde o voto aos 16 anos está liberado, todavia, a maioridade penal só aos 18 anos?

         Certo estava o humorista Jô Soares, no seu programa, Viva o Gordo, em 1985, quando criou um bordão que até hoje serve para se dizer destes incomensuráveis absurdos que acontecem na vida cotidiana deste nosso país, corroborados com a justiça:

- ME TIREM O TUBO!!

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Direitos Reservados na Lei 9610/98. (será?) 

                                             

O FUTEBOL LATINO-AMERICANO E A ALTITUDE

                                                Beto Carretta

 

         Não são só os brasileiros que usam das suas malandragens, para tirar proveito de tudo aquilo que encerra uma competição, principalmente.

         É claro que, em tudo na vida, nas coisas grandes ou pequenas, no certo e no errado, aqui neste nosso país, sempre querem aplicar o famosa “Lei do Gerson”, lembram?

         ...levar vantagem em tudo.

         Na questão futebol, também em outras pátrias, querem aplicar a mesma lei.

         Não sei se aprenderam conosco, ou, também possuem um pouco de uma malandragem, cujo o intuito é levar vantagens nos seus compromissos futebolísticos.

         E, onde andam a Fifa e a Conmebol?

         Vamos colocar aqui, para a sua apreciação, o jogo de Bolívar x Grêmio e, que isto sirva de lição para todos os adversários de clubes que, “oferecem” a altitude para receber e realizar os seus compromissos.

         La Paz = 3.650 metros de altitude.

         Santa Cruz de La Sierra = 400 metros de altitude.

         Todos vocês conhecem o “Mal da Altitude”?

         Pois bem, o Mal da Altitude, conhecido como “soroche”, causa sintomas parecidos como uma forte ressaca, como uma intensa dor de cabeça, falta de ar ao caminhar (imaginem correr?), tontura, enjoo, cansaço extremos, sem falar na dificuldade para conciliar o sono.

         São ou não são malandros?

         Os times adversários que encontram em seus compromissos no futebol, de enfrentar as altitudes, tentam, de todas as maneiras driblar estes efeitos, todavia, não tem como, pois que, no decorrer dos 90 minutos de jogo, tais sintomas começam a aparecer e, é claro, atrapalham em muito a disposição física de seus jogadores.

         Pois então: Por que a Fifa e a Conmebol, não tentam amainar estes problemas, por que não tentam amenizar estes efeitos, com apenas e simplesmente determinar que as partidas de futebol nos países que se utilizam das altitudes para levar vantagens, passem a ter os seus mandos de campo somente em cidades a nível do mar?

         Chega de malandragens, chega de “interesses”, chega de prejudicar a saúde das pessoas, principalmente dos atletas, pois que, até os profissionais da imprensa que para lá vão cumprir seus compromissos, também passam mal...

         Poxa vida! Será que ser honesto, ser probo, querer o bem das pessoas, é tão difícil assim?

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COTIDIANO 

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ATÉ AGORA, NADA...

                             Beto Carretta

 

         Não podemos deixar passar esta oportunidade, pois que o senhor Luís Castro, nada demonstrou, nem de bom e, muito menos de ruim, todavia de pior, isto sim.

         O Tricolor Gaúcho é um dos piores visitantes deste atual Campeonato Brasileiro, está em décimo quinto lugar, a um ponto da zona de rebaixamento, e, ontem, contra um Fluminense totalmente apático, mesmo com Hulk, mesmo com a volta de Thiago Silva, Acosta e tantos outros, assim mesmo, o Grêmio não conseguiu vencer o seu compromisso dentro da Arena, em Porto Alegre.

         Um fiasco.

         Foi assim contra o Bolívar, mesmo que a adversidade da altitude tenha incomodado, mas, o representante de La Paz, Bolívia, não haveria de impor maiores dificuldades para o Grêmio trazer uma vitória de lá...e o senhor Luís Castro, de primeira, entro com três volantes.

         Três volantes, na altitude...vocês acham que ele teria a intenção de ganhar?

         Mas é claro que não!

         Empate, foi a sua intenção, porém, o Grêmio amargou mais uma derrota.

         Ontem, não fosse a impetuosidade de Diego Caito (contratação recente) , aos 43 minutos do segundo tempo e, para empatar o jogo, os tricolores amargariam mais uma derrota.

         Novamente o senhor Luís Castro mandou à campo e, de novo, três volantes.

         Afinal de contas, o que este senhor deseja?

         Levar o Grêmio, novamente, para a segunda divisão?

         E olha que as entrevistas deste senhor não dizem nada com nada.

         Então, se chega à conclusão que o defeito do Grêmio está em seu treinador.

         E, quem é o culpado de tudo isso?

         Não, entendo que não é o senhor Luís Castro, mas, sim, quem o contratou.

         Que paguem, agora, a multa contratual, mas não deixem o Tricolor cair para a segunda divisão, de novo, por favor!

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E.T.- Nossos jogadores não são assim tão ruins e, ao que parece, o vestiário está com problemas...

COTIDIANO 

 hcarretta@yahoo.com.br 

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