quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

1000

Krretta
hcarretta@yahoo.com.br

1000 desejos
1000 sonhos
1000 beijos
1000 abraços
1000 fantasias
1000 histórias
1000 faces
1000 perguntas
1000 sorrisos
1000 olhares
1000 amores
1000 mulheres
1000 flertes
1000 conversas
1000 toques
1000 títulos
1000 expectativas
1000 cuidados
1000 palavras
1000 exemplos
1000 declarações
1000 protestos
1000 frases
1000 ideias
1000 ditos
1000 músicas
1000 dias
1000 lugares
1000 filmes
1000 motivos
1000 fotos
1000 manias
1000 nomes
1000 jeitos
1000 passos
1000 respostas
1000 amigos
1000 planos
1000 letras
1000 encontros
1000 vezes...
...tudo são forças de expressão...
1000 EDIÇÕES é mais, muito mais que uma simples força de expressão, é a realidade de um trabalho coroado de pleno êxito.
Mil vezes, mensagens, anúncios, propagandas, matérias, colunas, artigos, classificados, páginas, manchetes, mil vezes...
Competência, criatividade, independência e responsabilidade fizeram deste semanário, a sua marca indelével durante todos estes anos, conquistando de vez e, a nível regional, a preferência dos leitores e leitoras, primando em toda sua trajetória pela liberdade de expressão em suas matérias e de seus articulistas, exigência máxima do jornalismo pautado na imparcialidade e na verdade.
PARABÉNS JORNAL 19 DE JULHO, ÉS MIL!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

BARQUINHOS DE PAPEL

Krretta
hcarretta@yahoo.com.br


Que estamos vivendo a estação de verão, disso ninguém tem dúvidas, pois o intenso calor que se faz sentir por estes dias, nos dá a certeza da época do ano.
Verão é sinônimo de temperatura quente, de desprendimento, de sorvete e picolé, de praia, de vento no rosto, chuva e sol, verão é sinônimo de alegria, de sorrisos, de caminhar sem lenço e sem documento por aí afora, verão é sinônimo de liberdade...
Pois é, eu me lembro há muitos anos atrás que o verão era sinônimo de tudo isso que foi citado aí em cima, mas, na época, era sinônimo também de calção, pés descalços e muito banho de chuva.
Dia desses saí para caminhar mesmo com o tempo armado para chuva.
Muito embora estivesse de calção, mas os pés calçavam tênis e meias e, a camiseta vestida não me deixava lembrar dos tempos pueris.
Investido do intento de completar o percurso, pois caminhar exige determinação e, cumprimento do trajeto pré-estabelecido, a chuva não demorou a cair e, me pegou na metade do caminho.
Que maravilha!
Mesmo estando longe da minha terra natal, mesmo estando sem o traje específico da época, mesmo sem ter programado nada, fui arremessado para os anos infantis e, me vi totalmente envolvido pelas felizes lembranças daquele tempo.
Vou tomar um banho de chuva, que maravilha!
E, assim, prossegui no meu intento, pedindo que a chuva não cessasse, para que tivesse a chance de recordar um pouco mais das meninices que ficaram para trás.
Como disse ainda há pouco, verão naquela época era sinônimo de calção, pés descalços e banhos de chuva.
Lembro-me que ficávamos todos inquietos quando o tempo se armava para a chuva e, sabíamos que logo em seguida, quando o tempo desabasse em um aguaceiro, estaríamos tempestivamente na rua, correndo em busca dos pingos de água que lavavam nossas almas de crianças.
Pois era isso que eu pensava enquanto caminhava.
Lembrava-me das brincadeiras na chuva, das correrias de encontro às poças d’água, das calhas e telhados que se tornavam cascatas imaginárias e, dos barquinhos de papel nas beiras de calçadas, viajando naqueles verdadeiros rios ilusórios, cheios de barragens, obstáculos, e, sabe-se para onde nos levavam naquelas fantasias.
Os barquinhos de papel.
Nada disso eu vi enquanto caminhava sob a chuva.
Não vi nenhuma criança de calção e pés descalços na chuva, não vi ninguém embaixo das cascatas imaginárias, e, não vi nenhum barquinho de papel.
Vi muitos rios indo para algum lugar, mas, de que adianta existirem os rios se não existem crianças navegando neles, de que adianta levarem a algum lugar se neles não navegam nenhuma imaginação?
Talvez um filme na televisão, hoje em dia, seja mais interessante do que banhos de chuva, pés descalços e barquinhos de papel... ou o playstation 3, o Orkut, ou quem sabe o facebook...
Ora, que ingenuidade a minha em querer ver crianças brincando na chuva só de calção, pés descalços e, navegando seus barquinhos de papel com destinos estipulados e tripulações a postos.
Meu banho de chuva que começou com uma intensa alegria e, me jogou para tantas lembranças, também trouxe algumas tristezas, talvez por não ter mais nas ruas os gritos alegres e marotos das crianças de calção e pés descalços brincando na chuva com seus barquinhos de papel, tal qual os dias que me vieram na lembrança.

NOVA VIAGEM

Krretta
hcarretta@yahoo.com.br


Estamos vivendo os primeiros dias do ano de 2011, e isso é muito bom, aliás, é ótimo.
Apesar de vencermos outros trezentos e sessenta e cinco dias de nossas vidas, um grande número de pessoas dirão que isso não é tão bom assim, pois dirigimo-nos para um futuro que muitos não querem nem pensar, mas, imagino diferente, penso em mais experiência, em mais sabedoria, em mais serenidade, afinal, são etapas que a maioria não terá como fugir, então, já que temos que passar, por que não passarmos com tranquilidade e, ainda mais, com aceitação ao tempo que nos é imposto?
Assim caminha a humanidade...
Mas, o importante é que estamos hoje, vivendo os primeiros momentos do ano que ora se inicia e, isto, nos dá a vantagem de sermos os passageiros deste tempo, com o que não deixamos de ser personagens desta história.
Nos derradeiros momentos do ano que passou, a grande maioria renovou seus anseios, desejos, metas, enfim, compôs a pauta para o novo ano, com toda a certeza.
Então, agora, é partir para a concretização destes sonhos, destas vontades.
Só, e, somente só nós, somos capazes de concluir aquilo que vamos tentar edificar, e, está na nossa vontade o ritmo imposto as nossas obras.
Acreditar passa a ser a palavra chave.
Tudo o que imaginamos, e, reside no tempo que passou os exemplos de que as coisas são possíveis, estiveram ligadas, além da nossa vontade, na nossa crença de que podemos sim chegar aos nossos sonhos.
Não foi assim que as coisas aconteceram na sua vida?
Ainda ontem afirmei, como outros já haviam feito, que as grandes caminhadas começam com um primeiro passo, e, em você acreditando neste primeiro passo, que será ele o primeiro passo da vitória, você já é um grande vencedor.
Pois estamos dando os primeiros passos, nos primeiros dias, do ano de 2011.
Emprestar a crença de que vamos conseguir aquilo que idealizamos para as nossas vidas nestes outros trezentos e sessenta e cinco dias, é o que basta para vencermos as intempéries que por certo estarão em nossos caminhos.
O otimismo faz parte deste tempero.
Não será nos primeiros percalços desta caminhada que iremos desistir de termos em mente nossos propósitos e, saber que consegui-los é muito menos difícil do que imaginamos.
Um pensamento positivo faz com que sejamos sempre otimistas aos intentos que queremos e, isso, é apenas um exercício de desejar nossos sucessos.
Quer queiram, quer não queiram, estamos vivendo um novo tempo e, neste novo tempo, tudo há de se começar pelo melhor, basta você querer.
O que passou, e você deve imaginar as coisas que não deram certas, passou, é passado distante, aconteceu e deixou uma lição, e, é nesta lição que iremos focar nossa vontade de, desta vez, acertar.
Estamos nos primeiros dias de um ano que será venturoso, com toda a certeza, estamos no início de mais um tempo, de novas chances, de reestruturarmos nossas vontades, nossos anseios, desejos, enfim, estamos iniciando novamente a vida com mais um ano de experiência, de sabedoria, e, serenidade é de que precisamos para determinar que estamos prontos para viver mais uma vez a alegria da Divina existência.
Embarquemos, pois, na nova partida, nesta nova viagem e, que tenhamos na bagagem muito otimismo, muita vontade e, um desejo imenso de acreditar que tudo é possível, dos sonhos a realidade.
Assim seja.