NECESITAMOS HABLAR ii
Beto
Carretta
Pois lhes disse que voltava e, hoje,
agora, quando são 10:05h, deste dia 15/07/2026, voltei.
Promessa é sempre uma dívida que você
deve cumprir, ou então, não as faça...fica feio não cumprir.
Confesso que esperei as coisas
acontecerem, mesmo porque não haveria motivo algum em retornar a este tema, a
esta crônica, não fosse tudo o que já aconteceu na Copa do Mundo de
Futebol/2026.
Pois é, perdemos, ou melhor, perdemos e
nos desclassificamos.
Vejamos se não deixo ninguém para trás:
Uruguai, Paraguai, Brasil, Colômbia, México, Estados Unidos, Canadá, seriam
esses?
Não vou pesquisar, aliás, vou confiar
na minha memória (coisa arriscada), mas, todas estas seleções, sul e norte
americanas, já estão em suas casas.
Não deu.
Perderam, não se classificaram e, hoje,
seus atletas, com certeza, estão ou em férias, ou, já labutando em seus clubes
de origem.
Poderão alegar um ou outros tantos
fatores das suas derrotas, todavia, nada, mais nada mesmo tem a propriedade de consolar
os seus torcedores que, torceram, apostaram, mas, também, frustraram-se.
São exceções a este acontecimento,
todos aqueles que “não levaram fé” nos seus escretes, e, portanto, nem torceram
e nem apostaram nos seus representantes, estando agora “numa boa”.
Inclui-se aí, neste tipo de situação,
uma grande porção de brasileiros que, desconfiaram por já conhecerem o elenco
verde-amarelo e, “caíram fora”, sabiamente.
E, quem ficou de representante de todas
as Américas?
Quem foi, antes de começar a Copa, taxado
de “segunda prateleira”?
E,
hoje, onde está?
Como
chegou?
Garra,
raça, vontade, aplicação tática, técnica, é sangue mapuche e, friso novamente...muito
diferente “dos de brinquinhos”.
Sendo
assim, mesmo que hoje não obtenha êxito, foi o representante legal das
Américas, na semifinal da Copa do Mundo: a Argentina...e, poderá sim, mesmo que
os brasileiros, principalmente, não torçam por isto, o grande finalista, junto
com a Espanha que, ontem, deu show contra a tão falada e propalada França.
Então,
aí, entra a rivalidade, entra as aversões, as incompatibilidades, na política,
na economia, na cultura e, principalmente em muita evidência, no futebol, junto
com o racismo.
Mas,
é o representante, em primeiro lugar, Sul-americano e, no outro instante, das
Américas.
Neste
momento crucial, cada um tem a total liberdade de torcer ou não para a
Argentina...
Há
quem diga que, se a situação fosse inversa e, o Brasil tivesse nesta situação,
jamais os argentinos torceriam pelos canarinhos...
E,
agora?
Por
quem você vai torcer hoje?
-:-
PAPO-RETO
Esta crônica contém
informação e opinião.
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hcarretta.blogspot.com
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