terça-feira, 7 de julho de 2026

 


Necesitamos hablar...

                                                            

    Beto Carretta

       

        Deu Argentina!

        Pênalti não é, mas não é mesmo loteria, pênalti é eficiência, é treinamento, é competência e, por isso, deu Suíça.

        Consequentemente, a Argentina joga contra a Suíça, nas quartas-de-final.

        Não sei vocês, porém, na minha opinião, este novo modelo de disputa da Copa do Mundo de Futebol, ficou muito bom.

        É emoção para todos os lados.

        Sinceramente? Gostei.

        Contudo, minha intenção é conversar sobre outro assunto, mas, não sem antes compartilhar com vocês uma história que me emocionou, contada por um dileto amigo, aqui de Encruzilhada do Sul.

        Cristiano Ronaldo.

        Um ídolo, um ser humano com todas as letras, um atleta sob todos os aspectos, uma marca de pessoa imensurável, que, nesta copa, deu adeus a sua participação.

        Assim como Neymar, Luca Modric, talvez como Messi e mais outras figuras expoentes no mundo da bola.

        Seus exemplos, também fora dos campos de futebol, nos dão um verdadeiro exemplo de cidadania e benevolência, além, é claro do seu profissionalismo e vontade em ser profissional ao extremo. E, é.

        Pois bem, sua vida quando menino nunca foi abastada, tranquila, sem preocupações, pois que, teve muitas dificuldades e, uma dela, foi a fome.

        Como percorria às ruas, almejando granjear condições de amainar seus dias, uma senhora que trabalhava em um restaurante, dava-lhe lanches para amenizar sua fome.

        Pois bem, através do seu talento, da sua vontade, da sua perseverança, venceu!

        Contudo, não esqueceu da sua amabilidade, da sua humildade, do seu altruísmo e, a esta senhora que lhe dava lanches para não sentir sua penúria, par retribuir tamanha clemência, simplesmente lhe deu um restaurante.

        Sei lá, mas, contam que um jogador brasileiro que lá esteve, está muito preocupado em comprar uma nova mansão, porque foi logrado em seus negócios.

        Como eu sempre digo: “cadum, cadum...”

        Infelizmente o espaço fica pequeno, quando estamos com vontade de trazer-lhes a  nossa opinião, mesmo porque e, também, está em seus arbítrios, querer ou não, apreciar ou não, conceber ou não, este ponto de vista.  

        Vejam só, comecei este texto no sentido de abordar outro enfoque, mas, o exemplo deste cidadão do mundo, requer que ressaltemos sua benignidade, ainda mais que neste mundo em que vivemos, exiguidade de tudo isso é muito verdadeiro, infelizmente.

“Muda-se o mundo não pela sua opinião, mas sim, pelo seu exemplo!”

Pensem nisso...

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